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Vôlei

Paranaense é observado por Bernardinho para a Liga Mundial

Um dos destaques da equipe juvenil do Brasil, o oposto Rafael Araújo, nascido em Umuarama e criado em Londrina, terá chance de mostrar trabalho na preparação em Saquarema

  • Marcus Ayres e Fábio Luporini, do Jornal de Londrina
Rafael Araújo está em Saquarema, onde desde segunda treina com a seleção brasileira adulta |
Rafael Araújo está em Saquarema, onde desde segunda treina com a seleção brasileira adulta
 
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O oposto paranaense Rafael Araújo é uma das novidades na preparação da seleção de vôlei para a estreia na Liga Mundial, mês que vem. O jogador, nascido em Umuarama e criado em Londrina, está treinando em Saquarema, no centro de treinamentos da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

A princípio, o grupo que está treinando não conta com jogadores em atividade na Europa e no Brasil. O grupo é formado por jogadores que estavam nas seleções B e sub-23, reforçada com o oposto Leandro Vissotto (atualmente no Kepco, da Coreia do Sul) e o líbero Mário Júnior (RJ Vôlei).

O grupo está sob o comando do auxiliar-técnico do treinador Bernardinho, Rubinho. “Esse é um grupo inicial de trabalho, com vários jogadores jovens, que serão observados atentamente por toda a comissão técnica da seleção”, explica Rubinho.

Araújo, de 22 anos, estava no Funvic/Taubaté (SP) e já atuou nas seleções de base, inclusive ganhando o Sul-Americano juvenil em 2010 e o título do mundial sub-23, ano passado. Agora, ele espera se manter na equipe principal. “O objetivo é sempre poder estar em boas equipes e jogando em alto nível. Mas sem dúvidas, o maior sonho é poder disputar uma Olimpíada”, afirmou, em entrevista pelo Facebook.

Nascido em Umuarama, Araújo se mudou para Londrina recém-nascido. Iniciou a carreira em 2009, no Londrina/Ateneu. Depois passou três temporadas no time de Florianópolis (SC), até chegar no Taubaté, que terminou a temporada 2013/2014 da Superliga em décimo lugar.

Mesmo sem clube no momento, o oposto se mostra esperançoso em encontrar um novo time, se firmar na seleção principal e participar dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. “Sempre é possível, mas não coloco como um objetivo principal. Sou novo e tenho bastante tempo ainda. Só me preocupo em fazer meu trabalho todo dia”, explicou.

O paranaense afirma que os treinamentos em Saquarema são puxados e que a distância da família incomoda. Mas nada que atrapalhe sua dedicação. “Sem treino você não consegue se aperfeiçoar. Tudo vale a pena para quem gosta.”

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