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Manifestante segura cartaz com xingamento contra o ministro da econimia da Espanha, Luis de Guindos | REUTERS/Paul Hanna
Manifestante segura cartaz com xingamento contra o ministro da econimia da Espanha, Luis de Guindos| Foto: REUTERS/Paul Hanna

Após confirmar a sua participação na Corrida do Milhão da Stock Car, Rubens Barrichello decidiu homenagear um dos principais nomes da história da categoria de nacional de automobilismo. O ex-piloto da Fórmula 1 anunciou que vai correr no circuito de Interlagos, em São Paulo, no dia 9 de dezembro, com o número 17, que era usado por Hoffman na Stock.

Esta não será a primeira vez que Barrichello vai homenagear Hoffman. Em 2008, ele disputou o GP do Brasil de Fórmula 1 com um capacete que tinha a mesma pintura usada pelo dono de 12 títulos da Stock, a quem credita papel importante no seu início no automobilismo. "Minha vida começou com o primeiro capacete dado pelo Ingo", disse.

Barrichello, que vai pilotar pela equipe Medley/Full Time, explicou que a decisão de usar o número histórico de Hoffman surgiu diante da indisponibilidade de correr com o 11. "Já fiz uma homenagem a ele na Fórmula 1 quando corria pela Honda", observou. "Mas é um número característico do Nonô Figueiredo. O dia que ele não quiser eu peço de volta", brincou. "Então, pensei no Ingo. É uma homenagem merecida a um cara que fez tanto pela Stock Car".

Hoffman segue próximo da categoria, como consultor técnico do Mini Challenge, um das séries de suporte da Stock Car. Ele agradeceu a ação de Barrichello. "Fiquei muito feliz. Eu já havia ouvido um zunzum a respeito, mas ninguém havia me falado nada oficialmente, nem ele", afirmou.

Ele revelou que conheceu Barrichello no final da década de 1970, quando deixou a Fórmula 1 e ia ingressar na Stock Car, que seria aberta em 1979. "Aluguei um salão modesto em Interlagos, ao lado do depósito de material de construção do pai do Rubinho. Eu usava o telefone dele e, de certa forma, aquilo virou meu escritório. Rubinho era apenas uma criança, mas vivia dentro da minha garagem. Nesse ano, 1979, ganhei um capacete laranja e dei para ele. É legal saber que esse gesto teve tanta importância para ele. Ninguém poderia imaginar até onde ele chegaria. É incrível como as histórias se cruzam no automobilismo", concluiu.

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