
Fique de olho - Julian Viáfara (Vitória)
Goleiro colombiano com passagem pelo Atlético, Viáfara conquistou a torcida no Vitória e virou peça fundamental na chegada do time à final da Copa do Brasil, com direito a gol de pênalti. Ele usará todo seu arrojo para fazer o Leão conquistar um bom resultado no Ceará.
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É o número de roubadas de bola do Corinthians nas duas primeiras rodadas. O Timão, líder do campeonato, lidera também essa estatística e comprova que recuperar a bola é importante para se dar bem no ataque.
Memória
No dia 14 de agosto de 1994, o Guarani venceu o Cruzeiro por 2 a 0 no Brinco de Ouro da Princesa. Djalminha, que atuou pela seleção brasileira, fez os dois gols da partida sobre o goleiro Dida, titular da Copa de 2002. A partida pela primeira fase do Brasileirão daquele ano teve presenças ilustres dentro de campo e no banco de resevas. Djalminha, Guilherme (atualmente na Suburbana), Reginaldo Cachorrão, Fernando (recém-aposentado com 42 anos) e Amoroso defendiam o Guarani de Carlos Alberto Silva. Dida, Mário Tilico e Roberto Gaúcho abrilhantavam o Cruzeiro de Ênio Andrade.
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Bate-bola
Heleno, volante do Ceará
O Ceará vive um momento especial, que é o retorno à Série A depois de muitos anos. Quais são as ambições da equipe neste campeonato?
O que falam para a gente é de permanecer, mas não temos isso. Dentro do grupo, o objetivo é o pelotão da frente e tentar não se distanciar dos quatro primeiros. Por mais que muitos da imprensa não acreditem, nós acreditamos. É nosso diferencial.
O adversário de vocês nesta rodada é o Vitória, classificado para a final da Copa do Brasil, quais são os perigos que vocês podem enfrentarão no jogo?
O Vitória é uma equipe qualificada, mas o Ceará está crescendo e com a questão em mente de que estamos começando a despertar interesse. Temos de impor respeito, sabendo que enfrentamos um jogo decisivo, como todos, até os amistosos, como o que fizemos contra o PSV antes do Brasileiro. Esse amistoso foi muito importante para o nosso entrosamento.
Num amistoso contra equipe de renome internacional, como o PSV, você conseguiu trocar a camisa com algum adversário?
Era muito marrento o cara, não consegui. Tentamos sempre fazer nosso trabalho. Estamos num clube que é grande aqui no Ceará e está crescendo no Brasil. Tem de ter humildade quando estiver do outro lado e aceitar trocar a camisa.



