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Pela primeira vez no Brasileiro, o Paraná conta com praticamente toda a formação campeã estadual. Contra a Ponte Preta, às 18h10, em Campinas, especialmente o setor ofensivo terá os mesmos nomes do título – Sandro, Maicosuel e Leonardo.

As constantes contusões que afastaram a trinca de ataque nas sete rodadas do Nacional, ainda tiram o volante Beto (distensão na coxa esquerda), o zagueiro Edmílson (estiramento na coxa esquerda) e os alas Edinho e Angelo (fadiga muscular) do jogo contra a Macaca.

Sem conseguir repetir a formação do Paranaense em nenhuma partida da competição (somente o volante Mussamba foi embora, está no São Caetano), o técnico Caio Júnior teve de apostar nos reforços que vieram para o Brasileiro. Dez jogadores chegaram, mas até agora praticamente ninguém vingou.

Desde quando passou a apostar nas parcerias com empresários para montar suas equipes (em 2002), o Tricolor acertou nas contratações em 2003 e no ano passado se classificando à Sul-Americana. Porém não teve sucesso em 2002 e 2004 e sofreu para se livrar do rebaixamento.

"Parece que estou arrumando desculpas, mas nenhum técnico teve os problemas que eu tive no início de campeonato. É como montar uma nova equipe. Teoricamente no jogo de amanhã (hoje) tenho a melhor situação até aqui", revela Caio Júnior.

Dos nomes que desembarcaram na Vila Capanema para o torneio, cinco vieram do futebol paranaense (Angelo, Cuca, Batista, Felipe Alves e Cristiano), três do interior paulista (Gerson, Zumbi e Edmílson), um de Minas Gerais (Peter) e outro de Santa Catarina (Henrique) – Cuca, Peter e Henrique não foram utilizados.

"Individualmente todos que jogaram mostraram boas condições em momentos da competição e vão continuar nos ajudando", afirma o treinador que de toda a relação escala apenas Batista e Felipe Alves contra a Macaca.

"Sabíamos que teríamos muita cobrança no Paraná. Fizemos um excelente Estadual na Adap e podemos ajudar mais", admite Felipe Alves. "Lá (na Adap) eu era segundo volante e aqui joguei como primeiro. Mas agora terei mais liberdade", explica.

O meia Batista, outro que veio do time de Campo Mourão, também admite que ficou devendo, principalmente no empate com o Figueirense, quando foi improvisado na ala-esquerda. Contra a Ponte, ele será o camisa 6 mais uma vez.

"Eu jogava de ala na Adap mais vinha com a bola dominada e não recebia lá na frente. Me sinto à vontade para me recuperar já contra a Ponte", diz.

Ponte Preta x Paraná, às 18h10, no Premiere.

Em Campinas

Ponte PretaJean; Luciano Baiano, Preto, Rafael Santos e Iran; André Silva, Da Silva, Ricardo Conceição e Danilo; Almir e Adauto. Técnico: Oswaldo Alvarez.

ParanáFlávio; Gustavo, Émerson e Neguette; Goiano, Felipe Alves, Serginho, Sandro. Maicosuel e Batista; Leonardo.Técnico: Caio Júnior

Estádio: Moisés Lucarelli. Horário: 18h10.Árbitro: Jamir Carlos Garcez (DF). Auxs.: Eremilson Xavier Macedo e Nilson Alves Carrijo (DF).

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