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Brasileiro

Remanescente de susto, Gustavo prega volta da união

Zagueiro participou da campanha que livrou o Atlético do rebaixamento há três anos e classifica cenário atual como semelhante

Reserva na partida de amanhã contra o Inter, Gustavo Lazaretti cobra a participação ativa da diretoria e da torcida na briga contra a Série B | Albari Rosa/ Gazeta do Povo
Reserva na partida de amanhã contra o Inter, Gustavo Lazaretti cobra a participação ativa da diretoria e da torcida na briga contra a Série B (Foto: Albari Rosa/ Gazeta do Povo)

Marcos Malucelli no comando do futebol e uma mobilização total para fugir da zona de rebaixamento. O cenário atual é muito semelhante ao de 2008, quando o Atlético li­­vrou-se da Série B apenas na última rodada, ao vencer o Flamengo por 5 a 3, na Arena. Aquela temporada, repleta de erros, deixou lições para o zagueiro Gustavo Lazaretti e o atacante Pedro Oldoni, os únicos remanescentes no grupo atual.

O principal aprendizado, de acordo com os atletas, é a necessidade de união do grupo, seguindo o lema de "desistir, jamais!". "[Em 2008] nós nos fechamos e conseguimos demonstrar, com superação e determinação, que tudo é possível", conta Lazaretti.

Apesar da experiência, o zagueiro estará no banco de reservas amanhã, às 16 horas, contra o Internacional. "Todos acreditavam no mesmo objetivo. Mesmo quando perdemos o penúltimo jogo, para o Náutico [2 a 1 no Recife], sabíamos não íriamos cair", afirma Oldoni, que voltou recentemente ao clube após uma passsagem pelo Nacional da Ilha da Madeira, de Portugal. Com contrato até o fim de 2012 com o Rubro-Negro, ele se recupera de duas cirurgias no joelho.

A dupla lembra ainda de dois outros fatores que contribuíram para a recuperação do Furacão há três anos. Eles citam a relação umbilical com a torcida e a atuação do atual presidente Marcos Malucelli, direitor de futebol à época, nos bastidores.

"Ele [Malucelli] entrou e modificou algumas coisas na equipe que vinham acontecendo", disse o zagueiro, sem entrar em detalhes sobre o que estava errado na condução do futebol. "Não lembro agora de nenhum exemplo. Contribuiu só o fato de ele estar próximo, de ter dado confiança e blindando a gente de qualquer tipo de pressão que viesse de fora."

O dirigente ganhou elogios também de Oldoni. "Ele estava junto, ao nosso lado, apoiando. Se eles[dirigentes] não acreditarem, estamos mortos."

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