Como você se sentiu com essa matéria?

  • Carregando...

Olá, moro em João Pessoa, na Paraíba, e por acaso chegou às minhas mãos um exemplar da Gazeta do Povo de segunda-feira dia 11 de outubro. Já estava muito contente em matar saudades das páginas deste grande jornal quando meu coração saltou de alegria e saudosismo ao ver estampada em preto e branco uma foto da velha e gloriosa Baixada, a qual frequentei inúmeras vezes quando criança. A sequência de lembranças tornou-se interminável, muitas delas boas, outras nem tanto, de momentos que foram eternizados não só por mim, mas pela maioria dos curitibanos que desde aquela época torcem pelo Furacão. Como os inesquecíveis e inacreditáveis quatro gols de Ziquita contra o Colorado nos últimos dez minutos do clássico, o título de 1985 em cima do Londrina – jogo esse que encerraria uma época na história do futebol paranaense e quase matou a paixão dos atleticanos que foram obrigados a amargar um exílio de anos no horrendo Pinheirão, período que quase desaparecemos como clube. Graças a Deus (e ao Petraglia) voltamos para casa e conquistamos o Brasil.

Fernando Mikilita, de João Pessoa-PB

Técnico

Carpegiani mostrou que não sabe se valorizar. Saiu correndo ao primeiro clube que apareceu, o clube em que estava, meu querido Atlético Paranaense, também é um dos grandes clubes do futebol brasileiro.

Lúcio Brasil dos Santos, por e-mail

Organizadas

Sou contra esse tipo de torcida organizada. Torcedor que é torcedor não compra camisa de torcida e sim do clube. Esses caras são baderneiros. Devem ficar de fora [do estádio] mesmo.

Paulo Marcondes, por e-mail

Copa 2014

Acho uma palhaçada esta história da Copa na Baixada. Temos carências muito maiores e o que o Atlético quer dar em contrapartida, para não dizer que é estúpido, é no mínimo ridículo em termos de valor. Gente do céu, será que pensam que somos tão trouxas?

Wilson Rebello, por e-mail

Respeito

A história da Copa em Curitiba está cada vez mais nebulosa. A verdade é que, ao final, não valerá a pena para o cidadão, para a cidade e para o estado. Quando se fizerem as contas, com todas as suas variantes, somente uma entidade privada será a beneficiada. Vamos jogar limpo, toda a cortina de fumaça que se está fazendo é com esse propósito. Curitiba e o Paraná merecem mais que isso, merecem que o dinheiro público seja investido em benefícios efetivamente públicos.

Maurício Vitor Leone de Souza, por e-mail

Paraná

O Saulo [de Freitas, maior artilheiro da história do clube] tem razão no que fala, mas o Paraná futebol só irá mudar quando tirar do clube aqueles conselheiros que são torcedores do Coritiba eAtlético. Eu mesmo já ouvi da boca deles que enquanto tiver no clube o conselho que tem, o Paraná não vai a lugar nenhum.

Raul Silverio Filho, via site

Parceria

O Tigre [Saulo] conhece das coisas e seu coração é tricolor. Ele tem razão quando fala desta diretoria e seus conselheiros. É uma vergonha que as empresas do Paraná não patrocinem nossos clubes e sim clubes de fora. A secretaria de Esportes deveria tomar uma providência e fazer parceria com os clubes daqui.

Mauro Del Cuchi, via site

Base tricolor

O nosso inesquecível artilheiro Saulo tem plena razão. Ricardinho, Tcheco, Lúcio Flávio e tantas outras crias do Paraná... Está na hora de dar mais atenção à base, porque é de lá que saem futuros profissionais rentáveis para o clube.

Altair Antonio David, via site

Urgente

É isso aí, Saulo. A diretoria [do Paraná] precisa ser mais enxuta, com poucos diretores e conselheiros que tenham poder de decisão, profissionalismo e ambição de ter um clube vencedor. E não um bando de amadores saudosistas sem uma visão moderna do que ocorre atualmente no futebol. É urgente o Tricolor na Primeira Divisão!

Marcos Oliveira, via site

Boca-negra

Só espero que o Cavalo não faça no Paraná as mesmas besteiras que fez aqui no Mixto de Cuiabá. Trouxe um monte de velhos, dentre eles Perdigão, Gabiru, Luisinho e um tal de Oscar. Gastaram um monte e o time caiu para a Série D. No Estadual, só não caiu porque o Barbieri deu um jeito. Sou "Boca-negra" desde os tempos do Ferroviário.

Orlando Antunes, via site

Pratas da casa

Não importa se o momento é de crise ou de sucesso, investir nas categorias de base é o negócio. Na década de 90 nosso time titular sempre foi composto na maioria por "pratas da casa". Só para lembar alguns: Marcos, Gralak, Ednélson, Tcheco, Reginaldo Vital, Paulo Miranda, Marcio, Ilan, Ricardinho, mesclados com jogadores de categoria, como, Regis, Balú, Marcão, Edinho, Saulo, Serginho, Claudinho, Carlinhos Sabiá.

Dorival Antonio da Silva, via site

Coxa 101 anos

101 anos de vida é para ser uma data muita comemorada. Melhor ainda quando há motivos para isso. Apesar de todas as dificuldades o Coritiba está sendo maior que tudo. Parabéns a todos: diretoria, comissão técnica, jogadores e torcida.

Luciano Richerti, via site

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]