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Sondado pelo Coritiba, atacante Christian não sai da Portuguesa

“Se ele quiser sair e pagarem a multa, tudo bem. Caso contrário ele fica”, garante presidente da Lusa

Cristian interessava ao Coritiba, porém atacante dificilmente sairá da Lusa | Divulgação / Portuguesa de Desportos
Cristian interessava ao Coritiba, porém atacante dificilmente sairá da Lusa (Foto: Divulgação / Portuguesa de Desportos)

Sugerido pelo técnico Ivo Wortmann para o Brasileirão, o atacante Christian foi sondado pelo Coritiba. Gostou de saber do interesse, porém não deve deixar a Portuguesa. Além de uma amizade e uma dívida de gratidão com o presidente Manuel da Lupa, o avante de 33 anos também possui uma multa rescisória bem alta, o que invibializa as chances da torcida alviverde vê-lo no Alto da Glória.

"Não chegou nada até nós de oficial, mas ele tem contrato conosco até o fim do ano e a multa é grande. Não vamos permitir a saída de ninguém, salvo dois ou três que possuem cláusula que possibilita isto. Que eu saiba o Christian está feliz aqui também. Se ele quiser sair e pagarem a multa, tudo bem. Caso contrário ele fica", afirmou Manuel da Lupa, por telefone, à Gazeta do Povo.

Christian tem as características de um atacante de referência que o Coxa está procurando no mercado, já que Hugo, Ariel Nahuelpan e Roger não estão dando conta do recado nesta posição. Entretanto o atacante não deve acertar, até porque o mandatário da Lusa revela uma dívida de gratidão.

"Quando ele nos deixou para ir para o Pachuca nós o liberamos, havia este acordo. Mas em seguida ele pediu para voltar, nos mesmos moldes de antes, e nós aceitamos ele de volta. Queremos formar um time forte para voltar à Série A e contamos com ele", completou Lupa. Um amigo próximo de Christian procurado pela reportagem também não considera possível a saída do jogador, feliz em receber em dia e com um salário considerado muito bom.

Sem esta possibilidade, o Coritiba voltou as suas atenções ao atacante Ricardo, do Londrina. Contudo, o acerto pode não sair, caso o presidente do Tubarão Peter Silva insista em só fechar o negócio com a venda de 50% dos direitos federativos e econômicos do jogador. Nestas condições o Alviverde teria de abrir os cofres e desembolsar um valor substancial, o que não está nos planos da diretoria neste momento.

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