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Gazeta Agora: Mendonça peita Moraes, tira o sigilo da PF e trava o abafamento no STF

Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca a atitude de Edson Fachin, que opinou pelo fim do Inquérito das Fake News.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta sexta-feira (4) o fim do inquérito das fake news. Ele afirmou que esta era uma das três metas "urgentes" de sua gestão. Ele deu as declarações ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas da nossa gestão, a adoção de um código de ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de Justiça", disse Fachin.

A declaração do presidente acontece em meio ao embate do vice-presidente da Corte, Alexandre de Moraes e o ministro André Mendonça, que é relator da operação Compliance Zero na Corte. Mais cedo, Fachin havia decidido retirar um requerimento de Moraes para investigar Mendonça do inquérito 4781.

Gilmar Mendes sugere a Fachin vetar delegados da PF em gabinetes do STF

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sugeriu ao presidente Edson Fachin que passe a ser proibida a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) nos gabinetes de ministros da Corte. A informação foi antecipada pela Folha de S.Paulo e confirmada pela Gazeta do Povo.

A justificativa seria a possibilidade de os agentes da PF exercerem alguma influência na condução das investigações. O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) criticou o magistrado.

Gilmar entende que retirar os delegados atenderia à recente crise entre o ministro André Mendonça e a direção-geral da PF. O desgaste se intensificou após ser derrubado o sigilo de investigações da corporação sobre o Banco Master — com o envolvimento do vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes.

Viana pede afastamento de Alcolumbre por não pautar impeachment de Moraes

O senador Carlos Viana (PSD-MG) anunciou nesta quinta-feira (3) que pediu o afastamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), do comando da Casa Alta. Viana defende o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

No entanto, Alcolumbre sinalizou que não dará andamento aos pedidos de impeachment. “O prazo acabou. Eu cumpri minha palavra. Agora, protocolei uma denúncia que abre caminho para a apuração de sua conduta e, na etapa prevista pelo Código de Ética, para o exame de seu afastamento provisório da Presidência”, disse Viana, no X.

O Conselho de Ética do Senado está paralisado desde julho de 2024, acumulando dezenas de denúncias sem análise. Além disso, a Câmara e o Senado realizam um esforço concentrado nesta semana para concluir as votações de pautas prioritárias antes das eleições.

Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.

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