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Polêmica no Judiciário: presidente do TST fala em combater o “capitalismo selvagem”

Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta nesta segunda-feira (4) do hospital DF Star, após ser submetido a uma cirurgia para tratar uma lesão no manguito rotador do ombro direito. Com isso, ele volta para a prisão domiciliar, a 52 dias do encerramento do tempo concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

De acordo com os médicos, Bolsonaro usará uma tipoia no braço durante seis semanas e permanecerá com um catéter para injeção contínua de analgesia. O ex-presidente também passará por sessões de fisioterapia.

Presidente do TST diz ser “vermelho”

O ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), se declarou como “vermelho” ao afirmar que “nós, vermelhos, temos causa”. A afirmação foi feita durante um evento institucional sobre a Justiça do Trabalho, realizado em 1º de maio.

Apesar de afirmar que “não existe juiz azul ou vermelho”, Mello Filho passou a adotar, ao longo do discurso, uma divisão simbólica entre magistrados e atores que, segundo ele, atuariam por “interesses” e aqueles que atuariam por “causas”. Ao se incluir explicitamente no segundo grupo, voltou a usar a expressão “vermelhos” para definir a atuação que atribui à Justiça do Trabalho, conferindo-lhe um papel político e social.

“Nós, vermelhos, temos causa. Não temos interesse. E que fique bem claro isso, para quem fica divulgando isso aqui no País. Nós temos uma causa. E eles que se incomodem com a nossa causa. Porque nós vamos estar lá lutando o tempo todo na defesa da nossa instituição, porque as pessoas vulneráveis desse País precisam de nós. E a Constituição nos dá o poder para isso”, afirmou.

Lula vai se reunir com Trump

O presidente Lula (PT) viajará a Washington para uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro está previsto para ocorrer na quinta-feira (7), mas ainda não consta na agenda oficial do Planalto. Mesmo assim, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), confirmou a viagem e falou das expectativas.

"Toda a orientação é no sentido de fortalecer a relação Brasil-Estados Unidos. É um ganha-ganha, nós temos aqui mais de três mil, quase quatro mil empresas americanas no Brasil. Acho que estamos vivendo um outro momento, passando o tarifaço. Agora é fortalecer esta parceria, derrubar também barreiras não tarifárias", comentou Alckmin.

O último encontro entre os dois presidentes foi em outubro de 2025, na Malásia, durante a cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean). Na ocasião, o petista pediu a suspensão das tarifas impostas ao Brasil enquanto os dois países negociavam. Cerca de um mês depois, Trump acatou o pedido, citando o "progresso inicial nas negociações com o governo do Brasil".

Flávio Bolsonaro volta a defender redução da maioridade penal 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que, se eleito presidente em 2026, pretende usar seu capital político junto ao Congresso para aprovar a redução da maioridade penal no Brasil. A proposta, segundo ele, teria foco inicial em crimes hediondos.

A declaração foi feita nas redes sociais, onde o parlamentar destacou que a medida poderia ser viabilizada por meio da articulação do Executivo com o Legislativo. Ele defende que adolescentes a partir de 14 anos possam ser responsabilizados criminalmente em casos considerados mais graves.  

“Esse tipo de medida pode ser aprovada quando o Presidente da República usa seu prestígio junto ao Congresso Nacional. Assim farei! Acabou a tolerância com bandido que usa a idade cronológica para cometer crimes bárbaros!”, escreveu o pré-candidato à Presidência. 

A redução da maioridade penal é uma das principais bandeiras de segurança pública do pré-candidato.

Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e reportagens direto de Brasília.

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