Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Especial Patrocinado

Seguro, responsabilidade e judicialização: por que o Direito Securitário ganhou protagonismo no novo cenário econômico

Mais contratos, mais riscos e mais ações judiciais: entender o seguro deixou de ser detalhe técnico e virou estratégia de proteção patrimonial.

Com o aumento dos riscos e da judicialização, a análise técnica dos contratos de seguro tornou-se estratégica para a proteção patrimonial.
Com o aumento dos riscos e da judicialização, a análise técnica dos contratos de seguro tornou-se estratégica para a proteção patrimonial. (Foto: Shutterstock)

Ouça este conteúdo

O avanço da judicialização no Brasil, somado ao aumento de sinistros e à crescente complexidade das relações econômicas, colocou o Direito Securitário no centro das decisões empresariais e patrimoniais. Em um cenário marcado por contratos sofisticados e cláusulas técnicas, falhas na contratação ou na interpretação das apólices podem resultar em negativas de cobertura e disputas judiciais longas e custosas.

Esse movimento tem ampliado a busca por orientação jurídica especializada. Segundo o advogado Airton Cherpinsky, do escritório Costodio e Cherpinsky, muitos litígios poderiam ser evitados com uma leitura técnica prévia do contrato de seguro, capaz de identificar riscos, limites de cobertura e obrigações que, muitas vezes, passam despercebidos pelo segurado no momento da contratação.

Além de proteger empresas e pessoas físicas, o Direito Securitário atua de forma preventiva, ajudando a alinhar expectativas entre seguradoras e segurados, reduzir conflitos e garantir maior segurança jurídica em um ambiente econômico cada vez mais exposto a riscos operacionais, financeiros e regulatórios.

Entrevista | Airton Cherpinsky responde às principais dúvidas dos leitores sobre Direito Securitário

Jornalista da Gazeta do Povo: Por que o Direito Securitário passou a ter um papel tão relevante no cenário atual?

Advogado Airton Cherpinsky: Porque o volume de sinistros e de disputas judiciais cresceu significativamente. Empresas e pessoas físicas estão mais expostas a riscos, e os contratos de seguro se tornaram mais técnicos. Sem assessoria jurídica, aumentam as chances de negativas de cobertura e litígios prolongados.

Jornalista da Gazeta do Povo: Quais são as falhas mais comuns que levam à negativa de cobertura?


Advogado Airton Cherpinsky: As principais estão relacionadas à má interpretação das cláusulas, ao descumprimento de deveres do segurado e à contratação de apólices que não correspondem à real exposição ao risco. Muitas vezes, o problema nasce antes mesmo do sinistro, na fase de contratação.

Jornalista da Gazeta do Povo: Como a atuação preventiva do advogado pode reduzir a judicialização?


Advogado Airton Cherpinsky: Com a análise técnica do contrato, ajustes na apólice e orientação contínua ao segurado. Isso evita surpresas, reduz conflitos e fortalece a posição do cliente caso seja necessário discutir o caso judicialmente.


Para acompanhar conteúdos informativos sobre seguros, responsabilidade civil e prevenção de litígios, acesse o site e siga as redes sociais do escritório Costódio e Cherpinsky, que produz análises jurídicas voltadas à segurança patrimonial e à tomada de decisões estratégicas.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.