
Ouça este conteúdo
O avanço da judicialização no Brasil, somado ao aumento de sinistros e à crescente complexidade das relações econômicas, colocou o Direito Securitário no centro das decisões empresariais e patrimoniais. Em um cenário marcado por contratos sofisticados e cláusulas técnicas, falhas na contratação ou na interpretação das apólices podem resultar em negativas de cobertura e disputas judiciais longas e custosas.
Esse movimento tem ampliado a busca por orientação jurídica especializada. Segundo o advogado Airton Cherpinsky, do escritório Costodio e Cherpinsky, muitos litígios poderiam ser evitados com uma leitura técnica prévia do contrato de seguro, capaz de identificar riscos, limites de cobertura e obrigações que, muitas vezes, passam despercebidos pelo segurado no momento da contratação.
Além de proteger empresas e pessoas físicas, o Direito Securitário atua de forma preventiva, ajudando a alinhar expectativas entre seguradoras e segurados, reduzir conflitos e garantir maior segurança jurídica em um ambiente econômico cada vez mais exposto a riscos operacionais, financeiros e regulatórios.
Entrevista | Airton Cherpinsky responde às principais dúvidas dos leitores sobre Direito Securitário
Jornalista da Gazeta do Povo: Por que o Direito Securitário passou a ter um papel tão relevante no cenário atual?
Advogado Airton Cherpinsky: Porque o volume de sinistros e de disputas judiciais cresceu significativamente. Empresas e pessoas físicas estão mais expostas a riscos, e os contratos de seguro se tornaram mais técnicos. Sem assessoria jurídica, aumentam as chances de negativas de cobertura e litígios prolongados.
Jornalista da Gazeta do Povo: Quais são as falhas mais comuns que levam à negativa de cobertura?
Advogado Airton Cherpinsky: As principais estão relacionadas à má interpretação das cláusulas, ao descumprimento de deveres do segurado e à contratação de apólices que não correspondem à real exposição ao risco. Muitas vezes, o problema nasce antes mesmo do sinistro, na fase de contratação.
Jornalista da Gazeta do Povo: Como a atuação preventiva do advogado pode reduzir a judicialização?
Advogado Airton Cherpinsky: Com a análise técnica do contrato, ajustes na apólice e orientação contínua ao segurado. Isso evita surpresas, reduz conflitos e fortalece a posição do cliente caso seja necessário discutir o caso judicialmente.
Para acompanhar conteúdos informativos sobre seguros, responsabilidade civil e prevenção de litígios, acesse o site e siga as redes sociais do escritório Costódio e Cherpinsky, que produz análises jurídicas voltadas à segurança patrimonial e à tomada de decisões estratégicas.
- Site oficial: cecadv.com.br
- Instagram: @cecadvpr
- LinkedIn: CEC Advogados
