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“A luta está aqui. Preciso de munição, não de carona”: as frases da semana
| Foto: EFE

"A luta está aqui. Preciso de munição, não de carona" - Volodymyr Zelenskyy, presidente da Ucrânia. A frase não tem exatamente graça, mas é uma banana para a covardia ocidental que estimulou os delírios imperiais do czar Vladimir Putin.

"Lamento muito que a imprensa especialmente as TVs corporativas cubram quase só a guerra, nada mostrando da receptividade de Lula no México" – Leonardo Boff, idólatra lulófilo, para quem o passeio de um ex-presidiário em Acapulco seria mais importante do que uma guerra com potencial de virar catástrofe nuclear. Lula também é uma catástrofe, mas nem tanto, bofe Boff.

"Putin pode cercar Kiev com tanques, mas ele nunca ganhará os corações e almas do povo iraniano" - Joe Biden, presidente dos EUA, mistaking garlic for bugarlic (apud Millôr Fernandes). O curioso é que o equívoco geográfico de Biden acabou ofuscando a pieguice, superficialidade e covardia da frase.

“Uma torre de TV foi bombardeada. Pelo menos cinco pessoas morreram nesse ataque. Outras dez perderam a vida". - Tainá Falcão, jornalista. Quem sabe faz ao vivo. Quem não sabe também.

"O sonho do refugiado sírio era ser um refugiado ucraniano" – Guga Noblat, jornalista e sommelier de crise humanitária. Para Noblat e essa esquerda moralmente corrompida, há uma hierarquia, isto é, uma relação de opressão também entre os que fogem de guerras.

"Estamos assistindo a ascensão do neonazismo com o patrocínio dos EUA e Europa?" – Márcia Denser, escritora, ecoando a propaganda de guerra de Vladimir Putin, ídolo disfarçado da extrema-esquerda. A propósito: não estamos, não.

"A FIFA já excluiu Israel da Copa do Mundo pelo genocídio palestino?" – Lucas Rocha, jornalista, reproduzindo o discurso anti-Israel dessa turma que até outro dia estava cancelando apresentador de podcast por "apologia ao nazismo".

“Metrô de Kiev, abrigo contra a guerra, é um legado positivo da opressão soviética” – Nabil Bonduki, arquiteto. E, assim, o que era piada (como a dieta comunista que é garantia de emagrecimento) se torna argumento. Esperamos ansiosos um texto que fale sobre o legado positivo dos gulags também.

“Não comprem as empresas públicas, pois vamos rediscutir” – Lula, ex-presidente e ex-presidiário, sugerindo a possibilidade de uma onda de ex-propriação (pescou? pescou?) se for eleito.

"São Paulo e Corinthians se enfrentarão em meio à ameaça nuclear" – Juca Kfouri, jornalista esportivo, tentando cunhar uma frase de efeito para escapar da irrelevância que já dura quase tanto tempo quanto a famosa seca de títulos do Corinthians (1954-1977).

“Hombridade é um conceito bem problemático” – Pablo Villaça, cinéfilo, corrigindo o amiguinho progressista André Fran, que ousou elogiar a coragem do presidente ucraniano. Bem menos problemático são os conceitos de "covardia" e "emasculação".

MEMÓRIA

"Temos nossa própria noção do que é justo ou injusto" - Vladimir Putin, warlord russo, em entrevista ao cineasta e militante esquerdista Oliver Stone. E ainda tem quem diga que Putin vai salvar o Ocidente de si mesmo. Aff.

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