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Na semana em que o Talibã retomou o controle do Afeganistão, impondo aos norte-americanos uma derrota vergonhosa num conflito que durou 20 anos e teria custado US$3 trilhões, o Brasil viu a intelligentsia criar as associações mais absurdas entre os extremistas muçulmanos e a realidade brasileira. Teve gente dizendo até que o talibã é neoliberal. Essa é a mesma intelligentsia que parece ter abraçado cegamente a causa defendida pelo ministro Luís Roberto Barroso e o seu obediente TSE: a inviolabilidade das urnas eletrônicas. Por fim, mas não menos importante, essa mesma intelligentsia conseguiu a proeza de, numa semana marcada por mais censura e arbitrariedade por parte do Judiciário, culpar Bolsonaro pelas tensões institucionais, insistindo no fascismo imaginário.

Para falar sobre essa semana tormentosa, enquanto nosso colega Guilherme Fiuza curte uma folguinha tenho aqui comigo no podcast O Papo É os colunistas da Gazeta do Povo Bruna Frascolla e Rodrigo Constantino.

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