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Bélgica

Performance com simulação de sexo usa crianças no elenco

Durante a performance, um casal nu aparece simulando uma relação sexual em frente a um grupo de crianças. O Comitê de Pais e Avôs Preocupados lançou uma campanha para retirar os subsídios governamentais ao grupo teatral responsável pela peça

  • Da Redação
Crianças assistem a simulação erótica durante a performance Lam Gods, em Gent, na Bélgica | Divulgação
Crianças assistem a simulação erótica durante a performance Lam Gods, em Gent, na Bélgica Divulgação
 
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Uma petição online liderada por um grupo belga, o Comitê de Pais e Avôs Preocupados, lançou uma campanha para retirar os subsídios governamentais a um grupo teatral, o NT Gent, de Gent (Norte da Bélgica). O motivo é uma cena polêmica na peça “Lam Gods” (Cordeiro de Deus, em holandês), na qual um casal nu aparece simulando uma relação sexual em frente a um grupo de crianças. 

“A coreografia erótica com o coro de crianças como público é chocante. Meninas são obrigadas a ver, a curta distância, como um homem e uma mulher realizam uma cena erótica”, diz o texto que acompanha a petição online. Até a publicação desta reportagem, ela tinha 3.602 assinaturas. 

Em seu website, o grupo anuncia que a peça é um manifesto pela arte e pela espiritualidade e a motivação é cristã e espiritual. “As pessoas são enganadas e atraídas para a cena”, ressalta o comitê. 

Nossas ConvicçõesOs responsáveis pelo bem comum 

Em carta aberta encaminhada ao ministro da Cultura de Flandres, Sven Gatz, e à secretária da cultura de Gent, Annelies Storms, os pais e os avôs dizem estar chocados com a cena. “Isto é pornografia sob o disfarce de arte.” 

O diretor artístico do NT Gent e diretor da peça, Milo Rau reagiu: “tenho a certeza de que nenhum dos que assinou a petição viu a performance. Isto torna difícil para nós respondermos de forma bem-fundamentada.” 

Rau diz que há um componente ideológico e político por trás do comitê. Em sua página na internet, o comitê diz que “não concorda com uma ideologia libertina de incentivo à sexualidade explicita para os mais novos.” 

O comitê já lançou petições online contra o aborto e contra uma política de gênero neutro nos livros escolares.


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