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Pedro Almodóvar sempre desprezou filmes biográficos. Até assistir a “Neruda”, dirigido pelo chileno Pablo Larraín. Gostou tanto que três anos depois lançou “Dor e Glória”, um filme não só biográfico, mas autobiográfico.

Ao contar a história do fictício diretor Salvador Mallo, vivido por Antonio Banderas, Almodóvar inspirou-se em si mesmo, desde sua infância pobre até o sucesso internacional.

Uma boa oportunidade para este episódio do Quarentena Cult discutir a obra e o legado de um dos principais diretores da atualidade, alguém que — goste-se ou não de seu trabalho — sempre lutou para manter a integridade de sua arte.

gazetadopovo

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