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Foi-se o tempo em que os filmes da Disney terminavam em casamento. As princesas da nova geração não apenas salvam o mundo como não necessariamente fazem questão de ter um parceiro. Na nova produção da Marvel, os poderes de Thor, o deus do trovão, serão conferidos a uma mulher. Enquanto isso, na nova série da Amazon baseada em "O Senhor dos Anéis", elfos são vividos por atores negros. Isso sem entrar nas infinitas discussões de raça, gênero e comportamento que permeiam as grandes premiações, o streaming e toda a crítica.

É quase impossível negar que vivemos em um período de intensa guerra cultural. Esse assunto não é novo, mas continua em voga, especialmente em tempos nos quais cada conversa parece descambar em confronto. Afinal, as pessoas encontram respostas diferentes para perguntas importantes: Quem somos nós? O que é o ser humano? Quem são os mocinhos e bandidos do mundo em que nós vivemos e o que fazer para derrotá-los?. Essas e outras questões fazem parte do universo infinito da arte e, não por acaso, ela se torna um campo privilegiado dessa batalha. Mas é essa função do cinema e da TV? Quem são os mortos e feridos dessa guerra? Para conversar sobre o assunto, o podcast Ideias recebe o professor e escritor Francisco Escorsim, que é colunista da Gazeta do Povo e co-fundador do projeto Os Náufragos.

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