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Casa Cor é vitrine para o mercado

Participar da mostra de arquitetura e design motiva os profissionais e gera vínculos com fornecedores de materiais

Na Casa Cor, marcas e prestadores de serviços buscam reconhecimento. Presença, indiretamente, se transforma em negócio fechado | Antônio Costa/ Gazeta do Povo
Na Casa Cor, marcas e prestadores de serviços buscam reconhecimento. Presença, indiretamente, se transforma em negócio fechado (Foto: Antônio Costa/ Gazeta do Povo)

Até o dia 11 de julho, estará aberta, em Curitiba, a exposição Casa Cor 2012, que está em sua 19 ª edição na capital paranaense e reúne empresas, arquitetos, paisagistas, designers e prestadores de serviço. A intenção da amostra é reunir o que há de mais atual no ramo da decoração e o que é tendência nessa área para o público. Além de servir como referência para o que é moda nos cômodos da casa, a amostra serve para estreitar os laços entre empresas que oferecem móveis, artigos de decoração, tintas, revestimentos e quem assina os espaços da amostra.

A concepção do projeto não é funcionar como feira de negócios, por isso não há estimativas sobre contratos fechados na mostra, de acordo com a diretora do evento no Paraná, Marina Nessi. Ela defende que o espaço é para interação. "A oportunidade consiste, principalmente, em se comunicar com o mercado. A Casa Cor é hoje a mais qualificada vitrine ao vivo e a cores para exibir produtos e serviços", aponta.

A simbiose entre fornecedores e profissionais se dá porque as empresas fornecem os produtos com os quais são montados os ambientes à mostra na Casa Cor. O evento vira oportunidade de negócio. "É uma maneira de estreitar o relacionamento da loja com o profissional, emprestando os produtos e dando o suporte de que ele precisa para mostrar o trabalho. Percebemos a fidelização dos profissionais parceiros, que acabam fechando outros grandes projetos em função do que foi apresentado na mostra e do retorno que tiveram do público. Além disso fica um compromisso, de indicar a loja àqueles clientes que se interessaram pelo o que viram", explica a empresária Márcia Cardoso de Almeida, proprietária da Vila Sierra Interiores.

A mesma percepção é sentida por Sônia Holtz, dona do Espaço Goya. A loja forneceu tecidos para cortinas e revestimento para paredes para ambientes de sete arquitetos. A empresa participa da Casa Cor desde a primeira edição e a impressão de Sônia é que o retorno não pode ser mensurado. "Nós temos a parceria com os arquitetos e fazemos a doação de material. O retorno mais efetivo para a empresa sempre vem, através desse mesmo profissional, que indica a empresa ou de pessoas que viram nossos produtos na amostra e gostaram", diz. Ela comenta que valeu a pena disponibilizar os cerca de oito rolos de tecido porque o espaço se torna uma vitrine. "Ficamos mais de um mês em exposição e a parceria se torna vantajosa", afirma.

A arquiteta Viviane Taba­­li­­pa endossa a possibilidade alcançada na Casa Cor. "É um evento que permite que o profissional divulgue o seu trabalho, as novas tendências. E o local nos coloca em contato direto com o cliente e possibilita novos projetos", avalia. Ela também dispensa o retorno imediato, mas acredita no potencial do evento como mostruário ímpar. "Independente do retorno, é de extrema importância para o profissional que o seu trabalho seja visto na Casa Cor. É a possibilidade de aumentar o leque de negócios", defende.

Quem participar e visita a amostra pode influenciar os negócios de quem investe no evento mesmo que indiretamente. "O público gosta muito do que vê na Casa Cor, se interessa pelas tendências. É uma época em que o público muda de comportamento, presta mais atenção. Acontece de virem algo interessante, que não leva a assinatura Vila Sierra Interiores e irem até a loja procurar peça semelhante, dentro do que viram na mostra", lembra a proprietária da empresa, Márcia.

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