Seu app Gazeta do Povo está desatualizado.

ATUALIZAR

PUBLICIDADE
  1. Home
  2. Imóveis
  3. Supervalorização em meio à natureza

Série Vizinhos do verde

Supervalorização em meio à natureza

Áreas de preservação ambiental dentro dos condomínios fechados de alto padrão é a principal característica do entorno do Parque Tingui

  • Daliane Nogueira
No entorno do Parque Tingui, casas em condomínios podem custar mais de R$ 3 mil o metro quadrado |
No entorno do Parque Tingui, casas em condomínios podem custar mais de R$ 3 mil o metro quadrado
 
0 COMENTE! [0]
TOPO

Supervalorização em meio à natureza

Paisagens de lagos, pontes e mata nativa formam o parque Tingui, obra de saneamento e preservação am­­­­biental, que atrai o investimento imo­­­­biliário voltado para o alto pa­­­­drão. “É quase como morar no campo, há condomínios onde se vê inúmeras espécies de aves e uma flora muita rica”, aponta o diretor comercial da Loft Imóveis, Augusto Al­­­bertini, que negocia seis residências localizadas no en­­torno do parque. O vice-presidente administrativo do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Paulo Celles, explica que a região concentra dois padrões de imóveis e uma variação de preço elástica. “Há os condomínios, casas de alto padrão e residências simples que foram construídas há décadas, antes do desenvolvimento do bairro”, comenta.

Uma pesquisa da entidade aponta que a variação do preço de metro quadrado de casas, com frente para rua, varia de R$ 1.200 a R$ 2.200. Terrenos em condomínio podem ser encontrados a partir de R$ 300 o metro quadrado. “Mas tudo dependerá da infraestrutura oferecida. Casas prontas em condomínio po­­­dem ter preço superior a R$ 3 mil o metro quadrado”, diz Celles.

Na avaliação de Celles, a tendência é que a região continue se valorizando por conta da sofisticação das construções. O bairro do Pilar­­­zinho e São João, onde está o parque, teve valorização de 35% entre abril de 2009 e abril 2010.

“A sofisticação está atrelada ao fato de os terrenos serem Áreas de Proteção Ambiental (Apa), obrigando as construtoras a oferecerem lotes de no mínimo 2 mil metros quadrados, dos quais a metade ou menos são áreas onde se pode construir. Assim é preciso oferecer imóveis com maior valor agregado”, diz.

Opções

Dentre os imóveis à ven­­da na semana passada, uma casa custa R$ 4,5 milhões. O imóvel, no condomínio Theodoro de Bon­­na, na Rua Doutor Mba de Ferrante, tem cinco dormitórios e muitos itens de conforto e lazer, como sauna, adega e piscina. O imóvel é comercializado pela Loft Imóveis, que tem outras duas casas no mesmo condomínio. Uma, com quatro dormitórios, por R$ 2,2 milhões e a última, com 898 metros quadrados de área total, por R$ 1,8 milhão.

A empresa vende ainda outras três casas de alto padrão ao redor do parque. No número 55 da rua Pedro Muraro está um imóvel com 580 metros quadrados de área útil e 1.890 de área total, vendida por R$ 1,98 milhão. Na Carlos Gelenski, dentro do condomínio Arthur Nísio, fica uma residência com 600 metros quadrados, negociada por R$ 1,1 milhão e na Rua Justo Man­fron há uma casa com 276 metros quadrados de área útil, vendida por R$ 900 mil.

A reportagem da Gazeta do Povo localizou ainda outra residência à venda, além de lotes em condomínio e dois edifícios verticais em fase de construção. A casa fica na Rua João Valle, esquina com a Alfredo Muraro, tem 250 metros quadrados, três dormitórios e está em fase final de construção. A negociação é diretamente com o proprietário que pede R$ 550 mil.

Atrás do parque, na Rua Joaquim Gonçalves Lede há um terreno à venda pela Pesquisa Imóveis. O imóvel é ZR-2 e admite a construção de até dois pavimentos. Os 452 metros quadrados custam R$ 180 mil.

Na mesma região, no número 407 da Rua José Augusto dos Santos, fica o condomínio Reserva do Bos­­que, onde a Roma Imóveis negocia 11 lotes com áreas totais entre 2.067 e 2.413 metros quadrados e áreas privativas de 735 a 1.146 metros quadrados. Há infraestrutura de instalações elétrica e hidráulica, além de itens de lazer. Os preços variam de R$ 498 mil a R$ 620 mil.Entre os condomínios verticais em construção destacam-se dois: o Residencial Parque Tingui, da construtora Fontanive e o La Reserve, da Plaenge. O primeiro é comercializado pela Apolar Lançamentos. O padrão é econômico, são 64 unidades de dois e três quartos, com preço médio de R$ 150 mil. Já o La Reserve terá três torres e 32 apartamentos no total. Não há mais unidades à venda.

*Próximo domingo parque tanguá

8 recomendações para você

deixe sua opinião

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE