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Debates na Assembleia Nacional chegaram a ser suspensos devido a uma declaração de Macron, que disse querer “irritar” os não vacinados
Debates na Assembleia Nacional chegaram a ser suspensos devido a uma declaração de Macron, que disse querer “irritar” os não vacinados| Foto: EFE/EPA/CHRISTOPHE PETIT TESSON

A Assembleia Nacional da França aprovou nesta quinta-feira (6) um projeto de lei para transformar o passaporte sanitário do país em um passe vacinal mais rigoroso. A proposta agora precisa ser revisada no Senado, o que deve acontecer na próxima semana, antes de uma votação final na Assembleia.

Segundo informações do canal France 24, o governo do presidente Emmnuel Macron quer que as novas medidas entrem em vigor em 15 de janeiro, mas não se sabe se a tramitação caminhará no ritmo desejado pela presidência para que esse prazo seja cumprido.

Segundo o projeto, pessoas com mais de 16 anos de idade (o governo a princípio queria a partir de 12 anos) deverão comprovar que se vacinaram contra a Covid-19 para ter acesso a locais como restaurantes, bares e espaços culturais e ao transporte público inter-regional, não sendo mais suficiente apresentar um teste negativo de Covid-19, exceto para acesso a instalações e serviços de saúde.

O projeto foi aprovado por volta das 5h30 (horário de Paris), após discussão que atravessou a noite, com 214 votos favoráveis, 93 contrários e 27 abstenções. Foram três dias de debates, que chegaram a ser suspensos devido a uma declaração de Macron, na qual usou um termo grosseiro para dizer que pretende “irritar” os não vacinados com medidas restritivas até que decidam se imunizar.

O termo usado por Macron (“emmerder”, de “merde”) é considerado vulgar e provocou reação imediata de seus opositores e críticas nas redes sociais.

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