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Oriente médio

Ataque do Hezbollah mata soldado de Israel e deixa diversos outros feridos no Líbano

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Fumaça sobe no sul do Líbano após região sofrer ataque nesta quinta (30). (Foto: ATEF SAFADI/EFE/EPA)

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Um ataque promovido pelo grupo terrorista Hezbollah no sul do Líbano contra posições de Israel matou um soldado israelense e deixou diversos outros militares feridos nesta quinta-feira (30), em meio à escalada de tensão na região apesar da vigência do cessar-fogo.

De acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI), o soldado morto foi identificado como Liem Ben Hamo, de 19 anos, integrante da Brigada Golani. Segundo o Exército, drones carregados com explosivos do Hezbollah atingiram tropas posicionadas na região de Qantara, no sul do Líbano. Um dos dispositivos foi interceptado, mas outro conseguiu atingir a área, causando a morte do militar e ferimentos em outros soldados.

As FDI afirmaram que um segundo ataque com drone também deixou feridos em outra localidade da região, enquanto um terceiro dispositivo atingiu uma posição de artilharia próxima à fronteira norte de Israel, provocando incêndio e ferindo mais militares. No total, ao menos 15 soldados israelenses ficaram feridos nos diferentes episódios registrados ao longo do dia.

O Hezbollah assumiu a autoria das ações e afirmou, em comunicados, que os ataques tiveram como alvo concentrações de tropas israelenses, alegando que foram realizados em resposta a operações militares de Israel no sul do Líbano. O grupo terrorista também reivindicou “acertos confirmados” nos alvos atingidos.

Em resposta, Israel lançou uma série de ataques aéreos contra posições do Hezbollah no território libanês. Segundo o Exército israelense, os alvos incluíam estruturas utilizadas pelo grupo para planejar e executar ataques.

O episódio ocorre em meio ao enfraquecimento do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, firmado no começo deste mês. Apesar do acordo, os confrontos entre Israel e Hezbollah continuam sendo registrados, com troca de ataques quase diários na região de fronteira e aumento da tensão militar.

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