eleição equador
Equatoriana vota no Colégio Santiago de Guayaquil durante a eleição geral, em Quito, Equador, em 7 de fevereiro de 2021| Foto: RODRIGO BUENDIA/AFP

Fechadas as urnas da eleição que escolherá o presidente e os membros da assembleia do Equador neste domingo, Andrés Arauz, de esquerda, e Guillermo Lasso, de direita, lideravam as pesquisas de boca de urna e pareciam rumo a um segundo turno.

Os canais de televisão nacionais veicularam duas pesquisas de boca de urna. Uma delas, contratada por Arauz, da firma Clima Social, indica que este candidato teria obtido 36,20% dos votos, seguido por Lasso, com 21,70%. Uma segunda pesquisa, contratada por Lasso, da empresa Cedatos-Gallup, aponta que Arauz obteve 34,94% dos votos, e Lasso, 20,99%. Não foram apresentados dados como margem de erro ou o número de pessoas ouvidas. Os primeiros resultados da contagem rápida oficial seriam divulgados três horas após o fechamento das urnas.

Em suas primeiras reações, Arauz agradeceu em entrevista coletiva aos seus eleitores e ao restante dos equatorianos que escolheram outros candidatos. Mais cedo, depois de votar, o presidente Lenín Moreno disse que seu governo respeitará "a vontade da cidadania que vai se expressar sem qualquer duvida neste dia; estaremos atentos sempre e por meio de todos os sistemas de segurança".

Dezesseis candidatos competem para suceder Moreno, um protegido que mais tarde tornou-se rival de Rafael Correa, que governou o Equador por uma década e continua gravitando no cenário político local, apesar de uma condenação de corrupção que o impediu de buscar a vice-presidência este ano. Arauz, jovem de esquerda apoiado por Correa, e Lasso, ex-banqueiro de direita concorrendo pela mesma terceira vez consecutiva, já lideravam as pesquisas de intenção de voto antes do pleito.

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