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Investigação

Chile busca ajuda estrangeira para investigar explosão

Nesta quarta-feira, ameaças de bombas e pequenos tumultos estenderam por mais um dia a tensão no país

  • PorEstadão Conteúdo
  • 10/09/2014 19:34

O Chile buscou a ajuda de agências de segurança estrangeiras para identificar os responsáveis por uma explosão que feriu 14 pessoas em uma estação de metrô na capital Santiago. Nesta quarta-feira, ameaças de bombas e pequenos tumultos estenderam por mais um dia a tensão no país.

O procurador Raul Guzman não quis informar quais países foram contactados, mas disse que o Chile pediu ajuda a "agências internacionais" na investigação dos explosivos. Só neste ano, 29 pequenas bombas ou tentativas de explosão foram registradas em Santiago.

Nesta quarta-feira, uma série de falsas ameaças de bombas e a explosão de dois pequenos artefatos caseiros em supermercados de Viña del Mar elevaram as tensões no país. Uma mulher relatou ter sofrido ferimentos na orelha devido a um dos explosivos, aparentemente criado para fazer muito barulho e causar pouco dano.

Santiago é uma das capitais mais seguras da América Latina, mas moradores têm sido abalados pela série de explosões, especialmente após o caso da segunda-feira, que foi o primeiro com vítimas. Ataques anteriores se limitaram a pequenos explosivos em caixas eletrônicos, igrejas e estações de metrô que não causaram nenhum dano.

Ninguém assumiu a responsabilidade pelo ataque de segunda-feira no bairro de Las Condes. A polícia afirma suspeitar de grupos anarquistas, que reconheceram terem realizado algumas ofensivas no passado.

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, reforçou a segurança nas estações de metrô e em diversos locais. Ela prometeu usar as duras leis de segurança da época da ditadura para lidar com o caso.

Para piorar a situação, nesta quinta-feira o Chile lembra o golpe de Estado militar que derrubou o presidente Salvador Allende e marcou o início da ditadura do general Augusto Pinochet. Os Chilenos continuam debatendo o governo de Pinochet e protestos violentos costumam se seguir o aniversário do golpe.

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