
Um japonês de 59 anos que vive Nagoya, na região central do Japão, começou a juntar lixo depois ao ficar desempregado, há 32 anos. O problema é que ele acumulou tantos materiais recicláveis e bugigangas que sua casa inteira foi ocupada. A saída foi passar a dormir na rua.
Ele começou juntando latinhas vazias, aos 27 anos, para se sustentar. De lá para cá, acumulou papelão, componentes de eletrônicos, panelas usadas, garrafas pet e todo tipo de material descartado. O material ocupa os três andares de sua residência e forma uma montanha na entrada. Há quatro anos ele tem dificuldades para entrar em casa. Em julho do ano passado, passou a dormir na rua.
A prefeitura de Nagoya calcula que, para fazer a limpeza da casa, seriam necessários 50 caminhões cheios com 4 toneladas e 10 pessoas trabalhando por uma semana sem parar.
No Brasil, uma mulher de 64 anos acumulou 102 toneladas de lixo na cidade de Limeira (SP). Foi preciso um mutirão com 44 caminhões para retirar todo o material de sua residências. O lixo ocupada seis cômodos e o quintal da residência e foi levado ao aterro municipal. O muro da casa precisou ser derrubado para que o lixo fosse retirado com uma retroescavadeira. A mulher havia sido duas vezes multada por acumular lixo e não permitir a entrada de fiscais da prefeitura de Limeira na casa. Desde 2009 os vizinhos reclamavam.






