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Epidemia

Coronavírus: Califórnia declara situação de emergência após morte

    • Gazeta do Povo
    • 05/03/2020 07:41
    coronavírus califórnia
    Pessoas usam máscaras cirúrgicas enquanto andam pela Grant Avenue, em San Francisco, Califórnia| Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP

    A Califórnia declarou situação de emergência nesta quarta-feira (4), após a primeira morte por coronavírus no estado americano, que elevou para 11 o total de fatalidades causadas pela Covid-19. O homem que morreu tinha 71 anos, problemas de saúde pré-existentes e era um dos que estavam em um cruzeiro que viajou de San Francisco, na Califórnia, ao México no mês passado, onde 11 pacientes e 10 membros da tripulação estão com suspeita de ter contraído a doença.

    As demais mortes por coronavírus registradas nos Estados Unidos ocorreram no estado de Washington, mas também há casos da doença no Texas e em Nebraska. Flórida e Washington também declararam situação de emergência para evitar a propagação do novo vírus.

    O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, que está liderando a resposta do governo ao coronavírus, disse que qualquer americano pode ser testado para a Covid-19 se tiver uma requisição médica. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país anunciou que vai retirar restrições para testes e dar novas orientações para acelerar a realização de exames para aqueles que suspeitam estar com a doença.

    Nesta quarta, congressistas dos Estados Unidos chegaram a um acordo para destinar cerca de US$ 8 bilhões na resposta ao surto de coronavírus.

    Em todo o mundo, mais de 95 mil pessoas foram infectadas e 3.286 morreram até esta quarta-feira.

    Na terça-feira, o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que "globalmente, cerca de 3,4% dos pacientes relatados com Covid-19 morreram", mas pesquisadores acreditam que a taxa de mortalidade seja menor, cerca de 1%, porque nem todos os casos são reportados às autoridades.

    Morte de paciente recuperado na China

    Cerca de 85% dos casos de coronavírus informados até agora ocorreram na China continental, mas a propagação da doença parece estar desacelerando por lá. Nesta quarta, 139 pacientes foram diagnosticados com Covid-19. A OMS informou que confia nos dados repassados pelo governo chinês.

    Porém, funcionários de um hospital de Wuhan, epicentro da epidemia chinesa, alertaram sobre o aumento no número de pacientes que tiveram alta e voltaram a ser diagnosticados com o Covid-19. Segundo o site South China Morning Post, um morador de Wuhan de 36 anos morreu devido a problemas respiratórios cinco dias depois de ser liberado de um dos centros de tratamento provisórios para coronavírus que existem na cidade. O caso foi noticiado em primeira mão pelo site The Paper, mas a reportagem foi deletada. A partir de agora, todos os pacientes serão testados para o coronavírus antes de receberem alta, a fim de garantir que estão totalmente recuperados.

    Uma clínica de reabilitação para pacientes recuperados foi aberta na quinta-feira no Hospital Provincial de Medicina Tradicional Chinesa de Hubei, em Wuhan. Esta clínica vai providenciar serviços específicos aos pacientes tratados, que atualmente consultam médicos pela internet e têm seus remédios entregues em casa.

    As restrições de mobilidade continuam em Wuhan. Segundo o SCMP, Chen Yixin, chefe do partido comunista na cidade, disse nesta quarta que a situação na cidade ainda é crítica. "A situação do controle epidêmico em Wuhan ainda é complicada. Não seremos capazes de conter a propagação se não impormos medidas rigorosas e unificadas", disse.

    A China anunciou nesta quarta-feira que vai investir US$ 16 bilhões na prevenção e controle do coronavírus. Rencentemente, municípios chineses, como Pequim, começaram a impor quarentenas para cidadãos chineses e estrangeiros que chegam de países como Irã, Itália, Coreia do Sul e Japão, onde os casos de coronavírus estão aumentando rapidamente.

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