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Crianças teriam sido estupradas e forçadas a beber o próprio sangue em escola circense

Membros da escola circense australiana Arcade Circus foram presos por supostamente abusar sexualmente de três meninos entre 2014 e 2016. A imprensa local também informou que as vítimas teriam sido usadas em ‘rituais sangrentos’ em pelo menos uma ocasião

  • Washington Post
Interior da escola circense Arcade Circus em Katoomba, na Austrália | Reprodução/Imagem divulgada pelo The Australian
Interior da escola circense Arcade Circus em Katoomba, na Austrália Reprodução/Imagem divulgada pelo The Australian
 
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A escola de circo Arcade Circus funcionava na cidade de Katoomba, na Austrália, e prometia uma “oportunidade de aprender e dominar habilidades circenses em um ambiente equilibrado com diversão e disciplina”, segundo um site afiliado à instituição. Porém, em setembro do ano passado, os pais dos alunos receberam um e-mail da escola dizendo, sem nenhuma explicação, que as aulas haviam sido canceladas. 

O motivo só foi descoberto agora. Na segunda-feira passada (5), investigadores da polícia australiana prenderam sete indivíduos ligados à escola - dois homens e cinco mulheres - por supostamente abusar sexualmente de três meninos entre 2014 e 2016, de acordo com um comunicado da polícia do estado de New South Wales à imprensa. 

No total, os acusados enfrentam 127 acusações criminais, incluindo estupro, seqüestro, agressão sexual de criança e produção de pornografia infantil. Citando documentos policiais, o jornal The Australian informou que as vítimas foram usadas em "rituais de sangue" em pelo menos uma ocasião. A polícia não detalhou como as vítimas conheciam os réus. A rede de televisão Australian Broadcasting Corporation informou que os três meninos não eram estudantes da escola. Ainda segundo a emissora, a polícia diz que as vítimas foram submetidas a um "ritual de sangue", onde foram forçados a beber seu próprio sangue.

"A polícia alegará que o grupo participou do abuso sexual e físico contínuo de três meninos, que eram conhecidos por eles, entre 2014 e 2016", afirmou a polícia em comunicado. As autoridades dizem que todas as supostas vítimas tinham menos de oito quando o abuso teria sido praticado. 

Os réus tiveram fiança negada esta semana. "Eles estão se declarando inocentes ... eles negam essas acusações", disse Bryan Wrench, advogado que representa os quatro suspeitos identificados. 

"Com toda a honestidade, estou chocado e é difícil de processar", disse um ex-professor da escola de circo ao Australian. "Eles eram amáveis e focados em fazer o circo funcionar... Não vi nada e não esperava que isso pudesse acontecer". 

Citando documentos judiciais, a Australian Broadcasting Corporation informou na semana passada que pelo menos um dos abusos ocorreu em 25 de abril de 2016, durante um feriado australiano em homenagem a veteranos militares. quando dois meninos teriam sido estuprados. As vítimas tinham 4 e 7 anos. Os dois meninos também teriam sido forçados a ter relações sexuais. 

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