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De críticas por atacar oficial muçulmano à queda nas pesquisas: o dia ruim de Trump

Passo em falso pode custar caro ao magnata, que viu Hillary Clinton crescer na corrida pela Casa Branca

    • Da Redação com AFP
    • 01/08/2016 21:49
     | Jay Laprete/AFP
    | Foto: Jay Laprete/AFP

    O magnata Donald Trump foi alvo de duras críticas, nesta segunda-feira (1º.), inclusive de seus correligionários, depois de atacar a família de um oficial americano muçulmano morto em combate, tema tabu nos Estados Unidos e um passo em falso que pode lhe custar caro. No dia ruim, o candidato à Casa Branca pelo Partido Republicano ainda viu ainda sua adversária, Hillary Clinton, superá-lo nas pesquisas de intenção de voto.

    “É hora de Donald Trump dar o exemplo ao nosso país e ao partido republicano”, declarou em nota, bastante indignado, o respeitado senador pelo Arizona, o republicano John McCain, ele mesmo um veterano de guerra.

    Desta vez, Trump foi criticado por todos os lados por insultar publicamente a família do capitão muçulmano do Exército americano Humayun S. M. Khan, morto no Iraque em 2004, quando tentava salvar seus homens.

    Em discurso na quinta-feira passada (28) contra o magnata, no último dia da Convenção Nacional Democrata, Khizr Khan, pai do soldado, rejeitou as declarações de Trump contra muçulmanos e contra imigrantes. Khan estava acompanhado da mulher, Ghazala, que ficou o tempo todo a seu lado em silêncio.

    “O senhor Khan, que não me conhece, me atacou viciosamente do púlpito do Partido Democrata e continua fazendo isso agora na TV - simpático!”, alfinetou o bilionário no Twitter, nesta segunda-feira, depois de já ter investido contra a família Khan, nos últimos dias. “Se olhar sua esposa, ela estava parada ali. Não tinha nada a dizer”, declarou Trump, completando: “talvez não tenha permitido que ela dissesse nada”.

    Em artigo de opinião publicado no jornal “The Washington Post” no domingo (31), Ghazala Khan rebateu Trump, explicando que a dor a impedia de falar.

    “O fato de que o partido o tenha indicado, não lhe dá o direito de difamar os melhores de nós”, reclamou McCain em seu comunicado.

    Queda nas pesquisas

    Além das críticas, Trump também teve de enfrentar os números. Pesquisa da rede americana CNN divulgada nesta segunda-feira (1º) mostrou que a candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, recuperou a liderança frente ao republicano.

    Hillary tem 45% das intenções de voto nacionalmente ante 37% de Trump. O candidato libertário Gary Johnson tem 9%, e a indicada pelo Partido Verde, Jill Stein, aparece com 5%.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 29 e 31 de julho, ou seja, após a Convenção Nacional Democrata, que terminou no dia 28.

    O último levantamento da CNN, divulgado na semana passada após a convenção republicana, trazia Trump na liderança (44% a 39%). Johnson tinha os mesmos 9%, enquanto Stein aparecia com 3%.

    A democrata também lidera pesquisa da rede CBS divulgada nesta segunda: 46% a 39%.

    Na média entre todas as pesquisas, calculada pelo site Real Clear Politics, Hillary tem 45,9% das intenções de voto. Trump tem 42%.

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