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O Exército de Israel decidiu invadir Gaza após seis horas de cessar-fogo humanitário pedido pela ONU | Jim Hollander / EFE
O Exército de Israel decidiu invadir Gaza após seis horas de cessar-fogo humanitário pedido pela ONU| Foto: Jim Hollander / EFE
  • Tanque israelense patrulha fronteira com a Faixa de Gaza

O exército de Israel iniciou nesta quinta-feira (17) uma operação terrestre em Gaza após dez dias de intensos bombardeios aéreos em resposta ao incessante lançamento de foguetes vindos da Faixa de Gaza.

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Em comunicado, as Forças Armadas israelenses explicaram que o governo autorizou uma nova fase da ofensiva "Limite Protetor", que inclui a entrada em cena de tanques e da infantaria posicionados há dias na fronteira.

"Após dez dias de ataques do [movimento islamita] Hamas por terra, mar e ar, e após recusar as ofertas para tranquilizar a situação, o exército israelense decidiu iniciar uma operação terrestre em Gaza", indica a nota.

"O objetivo das Forças Armadas, definido pelo governo, é estabelecer uma realidade em que os residentes de Israel possam viver em paz e segurança sem que continue o terrorismo indiscriminado, e dando um golpe definitivo à infraestrutura do Hamas", acrescentou.

A nota explicou que a operação será coordenada pelo Comando do Sul, e incluirá unidades de infantaria, artilharia blindada, artilharia e unidades de inteligência coordenada com a Marinha de Guerra e a Aviação.

A decisão israelense de entrar em Gaza foi tomada após seis horas de cessar-fogo humanitário pedido pela ONU. Logo ao fim do prazo as milícias lançaram mais de uma centena de foguetes contra o centro e o sul de Israel.

Desde então as forças israelenses bombardeiam intensamente a Faixa, onde em dez dias de ataques aéreos mais de 240 pessoas morreram, a maioria civis.

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