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Familiares e amigos cobram lista de passageiros no balcão da TAM no Salgado Filho | José Ernesto/Correio do Povo
Familiares e amigos cobram lista de passageiros no balcão da TAM no Salgado Filho| Foto: José Ernesto/Correio do Povo

Uma explosão subterrânea provocou a morte de uma pessoa e criou pânico nesta quarta-feira (18) na região da estação Grand Central de Nova York, no bairro de Manhattan, e toda a região foi esvaziada pela polícia. Pessoas que estavam na região ficaram com medo de ser um novo atentado terrorista.

Além da confirmação pela polícia da morte de uma pessoa, outras 20 ficaram feridas.

Inicialmente, a polícia afirmou que a explosão fora provocada por um transformador. Mais tarde, foi informado pela agência de notícias "Associated Press" (AP) que a fumaça aconteceu devido a um resultado de condensação de água dentro de um cano de vapor.

Uma enorme coluna de vapor e fumaça subiu com pressão a partir do centro da Avenida Lexington, na altura da rua 41.

O vapor continuava saindo do solo cerca de meia hora após a explosão e um policial disse que o incidente está ligado "a um encanamento de vapor".

"Tudo tremeu, houve uma enorme explosão", disse Lilian Crespo, uma testemunha que estava em um carro na avenida Lexington próximo ao local da deflagração. Um ônibus escolar foi visto bem ao lado do local da explosão, que ocorreu pouco antes da 18h (19h de Brasília).

"Todos ficaram abalados. Todos, obviamente, lembraram de 11/9", afirmou para a "AP", Heiko H. Thieme, um investidor de um banco da região.

As autoridades, que ainda não explicaram a origem do incidente, isolaram a área e advertiram para o risco de se permanecer no local: "não fiquem aqui, este setor pode explodir", disse o policial Tom McNamara.

Uma testemunha afirmou que um prédio havia desabado, mas a polícia de Nova York negou e disse que um edifício está "abalado".

"Houve um barulho imenso, como uma centena de trens passando, e uma fumaça parecida com vapor subindo muito alto", disse o ex-correspondente da agência de notícias "Reuters", Irwin Arieff.

A explosão ocorreu perto da Rua 41 durante a hora do rush. O metrô foi desviado da estação Grand Central.

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