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Crise no Oriente Médio

General adverte que EUA perseguirão embarcações que fornecem “apoio material” ao Irã

O chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine (centro), ao lado do secretário de Guerra, Pete Hegseth, e do presidente Donald Trump (Foto: EFE/EPA/BONNIE CASH / POOL)

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O Chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Dan Caine, alertou nesta quinta-feira (16) que o Pentágono poderá fazer uso da força, se necessário, para fazer cumprir o bloqueio marítimo ao Irã, que se estende além do Estreito de Ormuz e inclui ações contra a "frota fantasma" que transporta petróleo bruto iraniano em outras áreas, como o Pacífico.

De acordo com o líder militar, as Forças Armadas americanas perseguirão embarcações de qualquer país que possa estar fornecendo "apoio material" ao Irã em outras regiões.

"Embarcações em trânsito para ou a partir de portos iranianos serão abordadas para interdição e apreensão: deem meia-volta ou preparem-se para serem abordadas. Se não cumprirem este bloqueio, usaremos a força", disse ele em uma coletiva de imprensa nesta manhã.

Caine informou que mais de 10.000 marinheiros, fuzileiros navais e aviadores, apoiados por mais de uma dúzia de navios e dezenas de aeronaves, estão participando da operação perto da costa do Irã. Segundo o chefe do Estado- Maior, até o momento, 13 navios "tomaram a decisão correta de retornar".

Na mesma coletiva, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que as Forças Armadas americanas estão preparadas para retomar os ataques caso Teerã não chegue a um acordo de paz final com Washington durante o atual cessar-fogo temporário, que expira na próxima quarta-feira (22).

A cúpula militar dos EUA alertou o Irã de que o bloqueio aos portos do país e as pressões econômicas podem continuar por tempo indeterminado, até que tomem "decisão sábia" nas negociações.

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