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Grande guerra

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Soldados Australianos caminham em uma floresta devastada próximo à Hoge, em Ypres, Bélgica (29 de outubro de 1917) |
Soldados Australianos caminham em uma floresta devastada próximo à Hoge, em Ypres, Bélgica (29 de outubro de 1917)
 
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O assassinato do arquiduque austríaco Francisco Ferdinando pelas mãos de um militante separatista sérvio no dia 28 de junho de 1914 foi o ponto zero do conflito que começaria um mês depois, arrastando para dentro de si dezenas de nações. Até o Brasil.

SLIDESHOW: Veja algumas imagens da Primeira Guerra Mundial

A atuação do Brasil na Primeira Guerra Mundial

A “Grande Guerra” foi de 28 de julho de 1914 até 11 de novembro de 1918 e matou mais de 9 milhões de militares (somando os 4 milhões “desaparecidos”).

Na próxima segunda-feira, faz cem anos que o Império Austro-Húngaro decidiu invadir a Sérvia, abrindo a Primeira Guerra Mundial. O embate tirou de cena a Inglaterra – até então desempenhando o papel de superpotência global –, e colocou no lugar dela os Estados Unidos.

O infográfico a seguir narra alguns dos principais eventos da guerra, com proezas militares e um Natal inusitado.

Infografia: Leandro dos Santos

O Brasil na Primeira Guerra Mundial

A participação brasileira na Grande Guerra não foi muito expressiva. O país decidiu declarar guerra à Alemanha e à Tríplice Aliança em resposta ao torpedeamento de navios da Marinha Mercante do Brasil. O primeiro a ser afundado, em 1917, foi o vapor Paraná que navegava na região do Canal da Mancha. Posteriormente, outras embarcações foram atacadas: o navio Tijuca, o vapor Lapa e o encouraçado Macau. Como indenização de guerra, o governo brasileiro confiscou 42 navios alemães que estavam em portos nacionais.

A população indignada com os ataques alemães pressionava para que o Brasil entrasse na guerra. Em 26 de outubro de 1917, Venceslau Brás, então presidente da república, declarou oficialmente guerra contra a Alemanha. Para auxiliar os Aliados, nosso país enviou alguns cruzadores ligeiros e contratorpedeiros para proteger parte do Atlântico – infelizmente parte da tripulação foi vitimada pela gripe espanhola – e dez aviadores para auxiliar o Corpo de Aviação Naval da Grã-Bretanha.

Ainda foram destacados sargentos e oficiais para se juntarem ao exército francês e uma missão médica composta por cirurgiões para atuar em hospitais de campanha. O brasileiro José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque recebeu condecorações de franceses e belgas por bravura a frente de seus pelotões. Quando voltou para o Brasil, participou da organização da primeira unidade de tanques devido à experiência adquirida em carros de combate.

Ao final da guerra, em 1919, o Brasil participou da Conferência de Versalhes com uma comitiva chefiada pelo futuro presidente Epitácio Pessoa. Posteriormente, também esteve presente nas conferências que instituíram a Liga das Nações, precursora da ONU.

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