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Grupo ordenou o comparecimento de correspondente da TV Arabiya e fez exigências, entre elas o cessar da colaboração do Paquistão com os Estados Unidos | Stringer / Reuters
Grupo ordenou o comparecimento de correspondente da TV Arabiya e fez exigências, entre elas o cessar da colaboração do Paquistão com os Estados Unidos| Foto: Stringer / Reuters

Um grupo islâmico pouco conhecido assumiu a responsabilidade pelo ataque ao hotel Marriott, em Islamabad, que matou 53 pessoas, informou o canal Arabiya nesta segunda-feira (22).

O grupo, chamado de Fedayeen Islam (Partidários do Islã), chamou o correspondente da Arabiya na capital paquistanesa e fez várias exigências, entre elas a de que o Paquistão pare de colaborar com os Estados Unidos, segundo a Arabiya.

O canal disse que o grupo reproduziu uma gravação para o repórter, na qual um porta-voz do grupo dizia que havia 250 marinheiros norte-americanos e autoridades da Otan no hotel. A Arabiya disse que a autenticidade da gravação não pôde ser verificada e que o grupo não é responsável por nenhum outro ataque conhecido.

O embaixador tcheco e pelo menos outros três estrangeiros estavam entre os 53 mortos no ataque de sábado, o maior em Islamabad. A explosão feriu 266 pessoas e as autoridades de segurança dizem que ela teve todas as "marcas registradas" de um ataque da Al Qaeda.

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