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Após novo bloqueio em Ormuz

Irã não tem condições de chantagear Estados Unidos, diz Donald Trump

Donald Trump, presidente dos EUA.
Donald Trump disse que Irã passou por "mudança forçada de regime" após ataques dos EUA. (Foto: EFE / ALISSON ROBERT)

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Em resposta ao anúncio de um novo fechamento do Estreito de Ormuz por parte do Irã, neste sábado (18), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse, em evento oficial na Casa Branca, que a república islâmica não tem condições de pressionar nem fazer novas ameaças.

“Os líderes iranianos) queriam fechar o estreito novamente, como sabem, tal como vêm fazendo há anos, mas não podem nos chantagear”, afirmou o presidente. Segundo a agência EFE, durante o evento no Salão Oval, Trump destacou as “conversas positivas” que estaria mantendo com Teerã.

“Tudo está indo muito bem. Eles se armaram de espertinhos, como vêm fazendo há 47 anos. Veremos, mas teremos informações ao final do dia. Estamos conversando com eles e, como sabem, estamos adotando uma postura firme”, afirmou Trump.

Irã passou por "mudança de regime forçada", diz Trump

O norte-americano também teria dito, de acordo com a agência, que “muitos dos navios [que teriam passado por Ormuz] estão se dirigindo para o Texas e a Louisiana”. Na alusão à chegada de petroleiros às costas americanas, Trump não teria dado mais detalhes.

Na avaliação do presidente dos EUA, os ataques ao Irã fizeram o país passar por “uma mudança de regime forçada”. Após a ação das forças norte-americanas, a república islâmica estaria “sem Marinha, sem Força Aérea e sem líderes”, disse Trump.

O estreito voltou a ser fechado pelo Irã um dia após sua reabertura. O país islâmico teria encerrado a passagem como resposta ao bloqueio que os Estados Unidos mantêm nos portos iranianos. Um petroleiro relatou ter sido atacado.

"O controle do Estreito de Ormuz voltou ao seu estado anterior, e esta via estratégica se encontra sob uma estrita gestão e controle por parte das Forças Armadas", anunciou o porta-voz do Quartel-General Central Jatam al Anbiya, o tenente-coronel Ebrahim Zolfagari, em um comunicado reproduzido pela agência EFE.

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