
Os pais da menina britânica Madeleine McCann, desaparecida em 2007 em Portugal, ganharam ontem uma disputa judicial contra o ex-inspetor do caso, Gonçalo Amaral, que escreveu um livro sobre o caso.
O processo, que correu na Justiça de Portugal, manteve a proibição do livro Maddie, a Verdade da Mentira, cuja suspensão cautelar foi ordenada em 9 de setembro. O autor do livro anunciou que recorrerá da sentença.
"Sinto-me censurado. Esta era uma das decisões possíveis, e vamos recorrer. O que está em questão são os direitos fundamentais, mas há cidadãos privados de sua liberdade de expressão", afirmou o ex-policial aos jornalistas na saída do fórum. No livro, o investigador levanta a hipótese que Kate e Jerry McCann tiveram participação na morte e ocultação do cadáver da filha.







