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Foi descoberto, por acaso, um dos poucos mapas-múndi sobreviventes, dos quais cem ou mais podem ter sido produzidos na oficina de Waldseemüller, e que trazia o nome "America" em referência ao Novo Mundo | LMU/AFP/Divulgação
Foi descoberto, por acaso, um dos poucos mapas-múndi sobreviventes, dos quais cem ou mais podem ter sido produzidos na oficina de Waldseemüller, e que trazia o nome "America" em referência ao Novo Mundo| Foto: LMU/AFP/Divulgação

O continente americano poderia ter sido nomeado de "Columbia", em homenagem à Cristóvão Colombo, se não fosse por um cartógrafo do século XVI: o alemão Martin Waldseemüller. Em um mapa-múndi produzido em 1507, Waldseemüller apelidou o Novo Mundo de "América", por causa do navegador italiano Américo Vespúcio, que ele confundiu como tendo descoberto o continente. Em 2007, a chanceler alemã, Angela Merkel, apresentou o precioso mapa de parede de três metros quadrados para a Biblioteca do Congresso em Washington DC.

Mas nesta terça-feira (3), bibliotecários na Universidade Ludwig Maximilian, de Munique, na Alemanha, anunciaram que acabam de descobrir, entre as páginas de um livro antigo de geometria, de uma forma banal, uma versão diferente desse mapa, também impresso em 1507. É um dos poucos mapas-múndi sobreviventes, dos quais cem ou mais podem ter sido produzidos na oficina de Waldseemüller, no mosteiro de Saint-Dié-des-Vosges, na Alsácia (hoje parte da França).

Apenas quatro cópias foram previamente conhecidas pelos pesquisadores: uma está agora em Minneapolis, Minnesota; duas estão na Alemanha; e a quarta foi vendida em 2005 durante um leilão para os Estados Unidos. O valor pago foi de U$S 1 milhão.

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