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Dilma Rousseff e Evo Morales durante encontro na Cúpula do Mercosul | UESLEI MARCELINO/REUTERS
Dilma Rousseff e Evo Morales durante encontro na Cúpula do Mercosul| Foto: UESLEI MARCELINO/REUTERS

Chanceleres dos países-membros do Mercosul assinaram acordos de adesão da Bolívia ao bloco, como integrante pleno do Mercosul, e de Suriname e Guiana, como associados. O documento foi assinado pelos países membros do bloco na Cúpula do grupo que acontece em Brasília.

Agora, para a confirmação dos bolivianos, é preciso o aval dos parlamentos do Brasil e do Paraguai. Como os Legislativos da Argentina, do Uruguai e da Venezuela já haviam aprovado a inclusão do país no bloco, não é preciso nova ratificação.

A entrada da Bolívia já havia sido acordada no passado, num momento em que o Paraguai estava suspenso. Por isso, acredita-se que, com o retorno ao bloco, será mais fácil ter o apoio político para a conclusão do processo.

Com a incorporação da Bolívia, o bloco fica com seis membros fixos, além do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Para que qualquer país seja aceito no bloco é necessária aprovação de todos os demais.

Comemoração

O presidente da Bolívia, Evo Morales, recebeu com entusiasmo a assinatura do novo protocolo.

Morales citou avanços de seu país nos últimos anos depois de “se livrar do neoliberalismo”. “Temos direitos políticos e nós mesmos nos governamos”, disse o presidente em um breve discurso.

Por fim, Morales reconheceu o papel do papa Francisco durante sua visita ao país e destacou que tanto ele quanto o pontífice olham para “os setores abandonados pela história”.

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