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Tom Hayden em foto de junho de 2007 | MICHAEL BUCKNER/AFP
Tom Hayden em foto de junho de 2007| Foto: MICHAEL BUCKNER/AFP

O famoso ativista político Tom Hayden, que na década de 1960 ajudou a dar uma forma decisiva ao movimento dos EUA contra a guerra no Vietnã, morreu na noite de domingo (23), aos 76 anos. Ele trabalhou como legislador por mais de 18 anos e foi casado com a atriz Jane Fonda.

A esposa de Hayden desde 1993, a atriz e escritora canadense Barbara Williams, disse à rede CNN que o lendário ativista morreu em um hospital de Santa Mônica, na Califórnia (oeste), por complicações resultantes de um AVC sofrido em 2015.

Hayden se tornou famoso como o líder de um grupo de estudantes, conhecidos como os Estudantes por uma Sociedade Democrática, que delineou uma visão progressista dos Estados Unidos que, naqueles anos, foi vista como muito radical. Ele fez parte do grupo “Chicago seven”, que foi condenado por conspiração pelas manifestações contra a guerra do Vietnã em 1968. Mais tarde, ele foi absolvido das acusações.

“Raramente, ou nunca, na História Americana uma geração começou com altos ideais e experimentou um trauma tão grande do que os que viveram por completo o curto período entre 1960 e 1968”, escreveu o ativista em um dos seus ensaios.

Hayden atuou durante quase duas décadas como parlamentar do estado da Califórnia e, entre 1973 e 1990, foi casado com a também atriz e ativista Jane Fonda, com quem teve um filho.

Foi professor convidado da Universidade da Califórnia e do Instituto de Política de Harvard, além de várias instituições renomadas, como o Scripps College. Por outro lado, escreveu e editou mais de 20 livros, sendo que o último será publicado em março próximo.

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