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Já enfrentando a falta crônica de funcionários, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que planeja retirar alguns de seus empregados estrangeiros do Afeganistão, após notícias de ameaças de insurgentes contra sua equipe.

Em relatório sobre o Afeganistão divulgado neste fim de semana, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que a organização continua sendo um alvo potencial de ataques de militantes no país, e que, portanto, reduzirá o número de empregados internacionais.

Em novembro do ano passado, a ONU evacuou centenas de funcionários, dias após um atirador do Taliban vestindo coletes suicidas ter atacado uma casa da organização em Cabul, matando cinco membros de sua equipe estrangeira.

Ainda que alguns desses trabalhadores tenham voltado ao Afeganistão, outros desistiram de seus cargos por questões de segurança ou saíram depois do vencimento de seus contratos, deixando a ONU criticamente desfalcada.

Notícias confiáveis sobre ameaças de militantes "continuam a mencionar que a presença das Nações Unidas no país é um possível alvo de mais ataques", disse Ban em relatório trimestral aos 15 países do Conselho de Segurança da ONU.

Em março, a ONU disse que havia entre 900 e mil funcionários estrangeiros no país, comparado a 1.100 antes do ataque do ano passado. O porta-voz da entidade em Cabul, Dan McNorton, não tinha um número exato de quantos empregados estão no país.

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