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A oposição egípcia acusou neste sábado (15) a Irmandade Muçulmana, de onde procede o presidente Mohamed Mursi, de tentar fraudar o referendo sobre um polêmico projeto de Constituição e denunciou várias irregularidades.

"A quantidade de infrações indica uma clara intenção de fraudar a votação por parte Irmandade Muçulmana, com o objetivo de aprovar a Constituição da irmandade", afirma um comunicado da Frente de Salvação Nacional (FSN), uma coalizão dos principais movimentos da oposição.

"Registramos irregularidades em todos os governos que votam neste sábado", completou.

A Frente pediu às "instâncias envolvidas a assumir suas responsabilidades para garantir a transparência da votação" e estimulou o povo a comparecer às urnas para "dizer não e impedir qualquer tentativa de manipular a vontade do povo".

A oposição afirma ter constatado que em alguns locais de votação, os membros da Irmandade Muçulmana distribuam açúcar, óleo e chá. Acusam ainda um juiz do Cairo de ter impedido a entrada de eleitores cristãos. Não foi possível confirmar as informações com fontes independentes.

Dez áreas de 27, entre elas Cairo e Alexandria, votavam neste sábado sobre o projeto de Constituição que divide o país. O restante do Egito votará em 22 de dezembro.

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