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Mensalão argentino

Órgão anticorrupção pede seis anos e meio de prisão para de la Rúa

Ex-presidente da Argentina é acusado de ter pagado suborno a alguns senadores para aprovar a reforma da lei trabalhista em 2000

O Escritório Anticorrupção (OA, em espanhol) da Argentina pediu nesta sexta-feira (20) seis anos e meio de prisão para o ex-presidente argentino Fernando de la Rúa (1999-2001). Ele é acusado de ter pagado suborno a alguns senadores para aprovar a reforma da lei trabalhista em 2000. Os valores chegariam a US$ 5 milhões.

O caso, que foi um dos escândalos políticos do país, começou a ser julgado em agosto de 2012 e ainda não tem uma sentença. "De la Rúa deu o aval político, era o único que podia fazer isso, para o pagamento dos subornos", disse José Ipohorski, advogado da OA.

Além de de la Rúa, estão sendo julgados o ex-diretor da Secretaria de Inteligência do Estado Fernando de Santibanez, o ex-ministro do Trabalho Alberto Flamarique y Pontaquarto e os ex-senadores Alberto Tell, Augusto Alasino, Remo Costanzo e Richard Branda, do Partido Justicialista.

Absolvido

E o ex-presidente Carlos Menem foi absolvido nesta tarde em um julgamento que o acusava de esconder uma conta na Suíça e não declarar alguns bens.

A conta na Suíça, segundo Menem, foi aberta para que ele depositasse uma indenização recebida pelo tempo que esteve preso durante a ditadura. Três tribunais daquele país negaram que a conta do argentino estivesse ativa.

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