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Painel de Israel sobre ataque a navios diz que trabalhará rápido

Investigação conta com a participação de dois observadores internacionais, Nove ativistas turcos morreram no ataque

  • PorReuters
  • 16/06/2010 15:28

O comitê de investigação israelense sobre a operação contra uma flotilha com ajuda humanitária destinada a Gaza, que deixou nove mortos em maio, se reuniu pela primeira vez nesta quarta-feira e disse esperar concluir seus trabalhos o mais rápido possível.

"Espero que poderemos começar as reuniões do comitê o mais rápido possível e também terminar o mais rápido possível", disse o presidente do comitê, o juiz aposentado da Corte Suprema Jacob Turkel, antes do encontro preliminar.

Sob pressão internacional, Israel criou o painel, formado por cinco integrantes, inclusive dois observadores internacionais, para investigar a ação contra um comboio de seis navios com ajuda destinada a Gaza em 31 de maio.

Nove ativistas turcos morreram quando comandos israelenses entraram em um dos navios que tentavam furar o bloqueio imposto por Israel ao território palestino. Israel afirma que seus homens abriram fogo após serem atacados pelos ativistas, que estariam munidos de facas e bastões.

Turkel e outros membros israelenses estabeleceram regras para audiências futuras. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, seu ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior devem depor ao comitê.

Os dois observadores internacionais --David Trimble, um político da Irlanda do Norte e ganhador de um Nobel da Paz, e o jurista canadense Ken Watkin-- não estiveram no encontro desta quarta-feira.

Segundo um comunicado divulgado após o painel, os próximos encontros serão realizados em hebraico com tradução simultânea em inglês para os participantes internacionais.

A decisão de formar o painel coincide com sinais crescentes de que Netanyahu foi contaminado pela pressão internacional para aliviar o embargo israelense a Gaza e permitir a entrada de produtos ao território controlado pelo grupo militante islâmico Hamas desde 2007 e onde vivem 1,5 milhão de palestinos.

A Turquia, que cortou relações com o Estado judeu desde o incidente, afirmou que a investigação de Israel será parcial e reiterou pedidos por um trabalho supervisionado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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