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Flotilha rumo a Gaza

Petro chama governo Netanyahu de “genocida” e acusa Israel de sequestrar ativistas

Governo Petro cortou relações com Israel devido à guerra em Gaza (Foto: EFE/ Ricardo Maldonado Rozo)

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, acusou Israel de sequestrar ativistas, incluindo quatro brasileiros e três colombianos, que navegavam rumo a Gaza. Ele ainda classificou o atual governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de "regime genocida".

"Três colombianos que viajavam na Flotilha da Liberdade foram presos pelo regime genocida de Netanyahu, que apreendeu ilegalmente as embarcações em que estavam, e o sequestro ocorreu em águas internacionais", escreveu Petro em sua conta no X, nesta quinta-feira (30).

Segundo Petro, os indivíduos "sequestrados" são Andrés Leonardo Castelblanco Jaime, que viajava na embarcação Batolo; Daniela Lisette Castillo Mogollón, da embarcação Eros; e Estefanía Gutiérrez Castañeda, que estava a bordo da embarcação Al Bassa.

O governo israelense, por meio do Ministério das Relações Exteriores, informou que aproximadamente 175 ativistas que participavam da Flotilha Global Sumud com destino a Gaza foram detidos no dia anterior. Eles foram transferidos para Israel depois que seus navios foram interceptados em águas internacionais perto da costa grega, a cerca de 1.200 quilômetros da Faixa de Gaza.

O governo de Israel argumentou que a flotilha com ativistas tinha como objetivo sabotar a transição para a segunda fase do plano de paz do presidente dos EUA, Donald Trump, para o enclave palestino.

No ano passado, o presidente Gustavo Petro recebeu e condecorou duas colombianas que tentaram romper o bloqueio a Gaza em outra missão dos ativistas.

Colômbia rompeu relações diplomáticas com Israel em 2024 em protesto à guerra travada contra o Hamas na Faixa de Gaza.

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