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A popularidade da presidente do Chile, Michelle Bachelet, caiu ao menor nível em 18 meses dela no cargo, em grande parte devido às críticas às reformas no sistema de transportes públicos, segundo pesquisa divulgada na segunda-feira.

A taxa de aprovação de Bachelet caiu para 39,1 por cento. É a primeira vez que ela obtém um índice inferior a 40 por cento desde que assumiu a Presidência, em março de 2006, segundo o levantamento mensal do instituto Adimark Gfk.

Foram ouvidas 1.013 pessoas em agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

A socialista Bachelet, primeira mulher a governar o Chile, tinha aprovação de 49 por cento em março, quando seu governo completou um ano. Sob seu governo, o país vive um forte crescimento econômico, derivado principalmente do preço elevado do cobre, principal produto chileno de exportação, mas ela enfrenta o desafio de distribuir adequadamente tais riquezas.

Em um ano e meio, a presidente enfrentou enormes manifestações estudantis por mais verbas para a educação e um protesto de um mês, em julho, de empregados terceirizados da estatal de cobre Codelco, reivindicando melhores salários.

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