i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
África

Primeiro-ministro do Egito é condenado a um ano de prisão por desacato

Hisham Qandil foi processado por ter descumprido uma resolução de um tribunal administrativo, a qual lhe obrigava a devolver ao Estado uma propriedade estatal privatizada por seu Executivo

  • PorEfe
  • 17/04/2013 09:19

Um tribunal do Cairo condenou nesta quarta-feira (17) o primeiro-ministro do Egito, Hisham Qandil, a um ano de prisão, além da suspensão de seu cargo, por não acatar uma ordem de uma corte, afirmaram à Agência Efe fontes judiciais.

Qandil foi processado por ter descumprido uma resolução de um tribunal administrativo, a qual lhe obrigava a devolver ao Estado uma propriedade estatal privatizada por seu Executivo.

O Tribunal Penal de Dokhi, cuja decisão ainda pode ser apelada, também obriga o primeiro-ministro a pagar uma fiança de US$ 285.

Segundo a ordem emitida anteriormente pelo tribunal administrativo, Qandil tinha que devolver a propriedade da fábrica de linho de Tanta, situada no Cairo, ao Estado depois de tê-la privatizado.

Além disso, a ordem também exigia que Qandil restabelecesse as condições de trabalho dos empregados dessa fábrica, assim como era antes da privatização.

A atuação do Executivo de Qandil, que está no cargo desde julho de 2012, gerou muitas críticas por parte da oposição, que consideraram que suas políticas submissas às ordens do presidente egípcio, o islamita Mohammed Mursi, e da Irmandade Muçulmana.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.