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O governante de Hong Kong, Leung Chun-ying, concordou em abrir negociações com manifestantes pró-democracia | EFE/Dennis M. Sabangan
O governante de Hong Kong, Leung Chun-ying, concordou em abrir negociações com manifestantes pró-democracia| Foto: EFE/Dennis M. Sabangan

Confrontos violentos eclodiram em uma das mais famosas e congestionadas áreas comerciais de Hong Kong nesta sexta-feira, distante do centro da cidade, quando centenas de partidários do regime chinês atacaram acampamento e arrancaram faixas de manifestantes pró-democracia, forçando muitos a recuar.

Dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Hong Kong na semana passada para exigir democracia plena na ex-colônia britânica, incluindo um sistema de votação livre quando for escolhido o novo dirigente da região em 2017.

O governante de Hong Kong, Leung Chun-ying, concordou em abrir negociações com manifestantes pró-democracia, mas recusou-se a renunciar. Com o apoio do governo chinês, Leung deixou claro que não irá recuar diante das piores distúrbios da cidade em décadas.

O Secretário de Finanças, John Tsang, advertiu que os contínuos protestos no distrito financeiro poderiam causar danos "permanente" para a cidade, centro financeiro asiático.

O número de participantes na manifestação diminuiu em alguns locais de protesto e em torno da área central em meio à chuva que caia nesta sexta-feria e pelo fato de a população de Hong Kong voltar ao trabalho depois de um feriado de dois dias.

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