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O presidente equatoriano, o esquerdista Rafael Correa, defendeu nesta terça-feira (1º) a criação de um Código do Trabalho unificado para toda a América do Sul, com o objetivo de melhorar as condições trabalhistas e combater a exploração da mão-de-obra na região.

Segundo um comunicado da Presidência, Correa, que presidiu o desfile do Dia do Trabalho, em Quito, lembrou que a possibilidade de um código trabalhista comum foi analisada na recente Cúpula Energética Sul-Americana, na ilha venezuelana de Margarita.

Para ele, a unificação permitirá enfrentar a "precariedade e a exploração" na América do Sul, conseqüências da aplicação do neoliberalismo.

Correa também criticou a concorrência entre os países sul-americanos, pela qual ele culpou o neoliberalismo e os órgãos multilaterais de crédito.

O chefe de Estado afirmou que, "felizmente, o neoliberalismo acabou na América Latina" e que há uma "mudança de época" na região.

Correa cumprimentou dezenas de milhares de trabalhadores que participaram da manifestação do Primeiro de Maio. "Isto é o socialismo do século XXI, a reivindicação da supremacia do trabalho sobre o capital", comentou.

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