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Sol entra em fase mais ativa em um ciclo que dura 11 anos

Imagem mostra uma ejeção de massa coronária, ocorrida na última terça | Nasa/Reuters
Imagem mostra uma ejeção de massa coronária, ocorrida na última terça (Foto: Nasa/Reuters)

O Sol lançou uma chama so­­lar de tamanho médio, uma pequena tempestade de radiação e uma espetacular ejeção de massa coronária no último dia 7. Os fenômenos foram cap­­tados pelo Observatório de Dinâmicas Solares e a imagem ilustra este texto.

A ejeção de massa coronária, do inglês coronal mass ejection (CME), se refere às rajadas de ventos solares e campos mag­­néticos que, depois de li­­berados, podem permanecer na superfície do Sol ou se desprenderem para o espaço.

A grande nuvem de partículas formou um cogumelo e de­­pois se desmanchou, cobrindo uma área equivalente a quase metade da superfície solar.

O Sol está entrando em uma fase mais ativa, cujo pico será em 2013, dentro de um ciclo que dura 11 anos. As informações foram dadas pela Organização Meteo­­rológica Mundial (WMO, na sigla em inglês).

No pico da atividade solar, inclusive por causa das ejeções de massa coronária, estima-se que o suprimento de energia, o controle de tráfego aéreo, as comunicações e os satélites possam sofrer alterações no funcionamento. Mas a WMO não detalhou quais seriam essas alterações.

"Epidemia" de doença mental é tema de livros

Uma resenha na edição deste mês da revista The New York Review of Books, disponibilizada na internet, trata da publicação de três livros que mostram pontos de vista diferentes – de um psicólogo, de um jornalista e de um psiquiatra – sobre o que parece ser uma epidemia de doença mental nos Estados Unidos.

O título do texto é objetivo: "A epidemia de doença mental: por quê?". Pesquisas oferecem números impressionantes mostrando que as pessoas que recorreram ao seguro social para poder sobreviver depois de diagnosticadas com algum tipo de distúrbio mental mais do que dobrou nos últimos 20 anos. Os autores se perguntam se as doenças mentais sempre existiram e agora os médicos são capazes de reconhecê-las, ou se a incidência delas de fato aumentou.

Entre os pontos importantes levantados pelos livros há uma crítica à noção de que doenças como depressão e ansiedade estão ligadas a um desequilíbrio químico do cérebro.

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