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EUA

Trump defende sua resposta ao coronavírus e diz que tem poder “total” para suspender lockdown

  • PorGazeta do Povo
  • 14/04/2020 00:11
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala em coletiva diária na Casa Branca com a força-tarefa de combate ao coronavírus, 13 de abril de 2020.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala em coletiva diária na Casa Branca com a força-tarefa de combate ao coronavírus, 13 de abril de 2020.| Foto: Alex Wong/ Getty Images/ AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rebateu críticas e defendeu a resposta do seu governo à crise do coronavírus nesta segunda-feira (13), em sua coletiva diária com a força-tarefa de combate à Covid-19 na Casa Branca.

Trump exibiu um vídeo, que ele disse ter sido produzido por seus assessores, que mostra comentaristas da imprensa americana minimizando o surto inicial do novo coronavírus que levou à crise nos Estados Unidos e ressalta as ações que tomou para conter o avanço do vírus no país.

Críticos dizem que Trump tem aproveitado as coletivas diárias como eventos de campanha, já que os comícios foram cancelados em meio à crise de saúde.

Trump disse, durante a coletiva na Casa Branca, que o seu governo estava finalizando um plano para reabrir a economia dos EUA, que teve atividades suspensas como forma de conter a disseminação do coronavírus.

Questionado por jornalistas sobre quem tem a autoridade para suspender as ordens de permanecer em casa, impostas pelos governos estaduais, Trump respondeu: "Quando alguém é presidente dos Estados Unidos, sua autoridade é total".

No entanto, especialistas dizem que a autoridade de suspender as ordens de fechar atividades na maioria dos estados americanos é dos governadores que estabeleceram as medidas, relataram vários sites de notícias americanos.

Especialistas em legislação dizem que o presidente americano tem poderes limitados, segundo a Constituição, para mandar que os cidadãos voltem aos seus locais de trabalho ou para exigir que as cidades reabram departamentos governamentais, ou para ordenar que negócios locais retomem as atividades, informou a Reuters.

Sete estados do Nordeste dos EUA e três da Costa Oeste se uniram em pactos regionais para coordenar planos de reabertura da economia e medidas para prevenir o ressurgimento das infecções.

Os Estados Unidos são atualmente o país com o maior número de casos e de mortes pelo novo coronavírus. Até esta segunda-feira, os EUA registraram 581.918 casos confirmados de Covid-19 e 23.608 mortes pela doença. Desse total, 43.924 pacientes se recuperaram.

No país, já foram feitos mais de 2,9 milhões de testes para o novo coronavírus, segundo a plataforma da Universidade Johns Hopkins que compila os dados globais da pandemia.

Governadores fazem planos de reabertura

O governador de Nova York, Andrew Cuomo, anunciou na tarde desta segunda-feira que NY e outros cinco estados começarão a trabalhar "imediatamente" na elaboração de um plano para reabrir suas economias. Membro do Partido Democrata, Cuomo disse que os estados nomearão autoridades de saúde pública e economia para formar um grupo de trabalho regional e elaborar essa iniciativa.

Além de Nova York, os estados envolvidos são Connecticut, Delaware, New Jersey, Pensilvânia e Rhode Island. Massachusetts anunciou mais tarde que se juntaria à coalizão da Costa Leste.

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia afirmado no Twitter que essa decisão caberia a ele, dizendo que alguns na imprensa "das notícias falsas" diziam que seria dos governadores o aval para reativar a economia de seus estados. "Essa é a decisão do presidente, e por muitas boas razões", afirmou.

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