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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (11) que as forças americanas voltarão a bombardear o Irã hoje e que Washington assumirá em breve o controle dos setores de petróleo e gás do país persa.
“Os Estados Unidos atacarão o Irã (cuja Marinha, Força Aérea, radares, Defesa Antiaérea e todas as outras formas de defesa, juntamente com a maior parte da sua capacidade ofensiva, foram DESTRUÍDAS!) com muita força esta noite”, escreveu o mandatário americano na rede Truth Social.
“Em algum momento num futuro não muito distante, tomaremos a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controle total dos seus mercados de petróleo e gás, assim como fizemos com a Venezuela, o que está funcionando brilhantemente tanto para a Venezuela quanto para os Estados Unidos da América”, acrescentou Trump, citando a ilha por onde passam 90% das exportações de petróleo do Irã.
Mais cedo, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã havia afirmado que transformará o Oriente Médio em um “inferno” caso os Estados Unidos tentem desbloquear o Estreito de Ormuz, que o regime alega ter fechado totalmente após a nova troca de ataques entre os dois países.
O Irã sustenta que Ormuz, que havia sido bloqueado quase totalmente desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, agora está “fechado para todas as embarcações”, o que é negado pelos Estados Unidos.
Desde ontem, o Irã anunciou ter atacado bases americanas em países aliados de Washington no Oriente Médio, após os EUA terem bombardeado sistemas de vigilância e comunicações e instalações de defesa aérea em vários pontos do território iraniano.
Na quarta-feira (10), Trump havia escrito na Truth Social que o Irã “demorou demais” para fechar um acordo de paz com os americanos e Israel e disse que o regime islâmico agora teria que “pagar o preço”.
Os dois países já haviam trocado ataques antes dessa nova onda de hostilidades e o Irã também trocou fogo com Israel no início da semana, numa escalada que na prática encerra o cessar-fogo que estava vigente desde 7 de abril.











