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Azovstal, onde civis e militares haviam se abrigado, era último foco de resistência na cidade portuária de Mariupol
Azovstal, onde civis e militares haviam se abrigado, era último foco de resistência na cidade portuária de Mariupol| Foto: EFE/EPA/ALESSANDRO GUERRA

A Ucrânia anunciou nesta terça-feira (17, data local) a evacuação dos últimos militares da siderúrgica Azovstal, último foco de resistência na cidade portuária de Mariupol, após semanas de ataques russos. Dessa forma, Kyiv cede completamente o controle da cidade, a mais atingida pelos ataques de Moscou desde o início da guerra, em 24 de fevereiro.

O resto de Mariupol já havia sido dominado pelos russos, e civis e militares se refugiaram em Azovstal. Após evacuações que ocorreram nas últimas semanas, poucos mais de 260 soldados deixaram a fábrica em direção a áreas controladas pela Rússia nesta segunda-feira (16) e devem ser incluídos em trocas de prisioneiros.

A Ucrânia informou que restam alguns militares dentro da siderúrgica e estão sendo feitos esforços para retirá-los.

O Estado-Maior Geral das Forças Armadas da Ucrânia apontou em comunicado que a guarnição de Mariupol “cumpriu sua missão de combate” e por isso os comandantes das unidades estacionadas em Azovstal receberam ordens para “salvar as vidas de seu pessoal”.

“Ao concentrar as principais forças do inimigo em torno de Mariupol, tivemos a oportunidade de preparar e criar linhas defensivas, onde nossas tropas estão hoje prontas para repelir o agressor. Isso nos proporcionou um tempo crucial para formar reservas, reagrupar forças e receber assistência de parceiros”, acrescentou o comunicado.

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