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A queda do Airbus A320 da Germanwings, a filial de baixo custo da Lufthansa, é o quinto acidente aéreo grave nos últimos 12 meses, com um total de mais de 700 mortos. A lista de tragédias começou em 8 de março de 2014, com o desaparecimento de um Boeing 777-200 da companhia Malaysia Airlines que ia da Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim com 239 pessoas a bordo. O avião mudou de rota e até hoje não foi encontrado. A suspeita é de que tenha caído no Oceano Índico.

Meses mais tarde, em 17 de julho, outro avião da Malaysia Airlines com 298 pessoas foi abatido por um míssil terra-ar ao sobrevoar o Leste da Ucrânia, onde se desenrola um conflito entre separatistas pró-Rússia e o governo central. A aeronave, um Boeing 777, ia de Amsterdam para Kuala Lumpur. Metade das pessoas a bordo era de nacionalidade holandesa.

Dias depois, em 24 de julho, um MD83 operado pela companhia espanhola Swiftair para a Air Algerie caiu perto de Gossi, no Mali, durante um voo entre Uagadugu, em Burkina Faso, e Argel, capital da Argélia. Não houve sobreviventes entre os 116 passageiros e tripulantes a bordo.

Em 28 de dezembro, o voo 8501 da Indonesia AirAsia caiu pouco mais de 40 minutos após decolar de Surabaya, na Indonésia, rumo a Cingapura com 155 passageiros e sete tripulantes. A aeronave sobrevoava o Mar de Java quando ocorreu o acidente e caiu perto da ilha indonésia de Belitung.

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