O Governador Carlos Massa Ratinho Junior e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
O Governador Carlos Massa Ratinho Junior e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.| Foto: Geraldo Bubniak/AENPR

Nas eleições de 2018, o Paraná deu a Jair Bolsonaro uma das votações mais expressivas entre todos os estados. Em Londrina, minha cidade, o eleitorado concedeu ao capitão o impressionante porcentual de 80,42% dos votos, um dos maiores do país no segundo turno. Diante de tais números, é natural esperar que todo esse apoio popular resulte também na expectativa por resultados, especialmente locais. E isso, mesmo com apenas um ano de gestão, este governo apresentou.

Começo pela área de segurança pública, uma das principais bandeiras da campanha. Para a surpresa de alguns, Bolsonaro convidou o paranaense mais admirado do país para comandar um novo superministério com metas ambiciosas: Sergio Moro, o herói nacional cuja popularidade mostra-se imbatível. Em seu primeiro ano à frente da pasta, ele obteve a impressionante redução de 22% no número de homicídios ocorridos em todo o Brasil, além de atingir recorde na apreensão de cocaína.

Esses resultados devem-se a ações como o programa Em Frente Brasil, que teve São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, como um dos municípios a receber o projeto-piloto. Nove meses após o início das atividades, o número de mortes violentas na cidade caiu 14,6%.

Outro município paranaense que se beneficiou diretamente das ações do ministério de Moro foi Foz do Iguaçu, que, por sua localização estratégica, ganhou o primeiro Centro Integrado de Operações de Fronteira, uma força-tarefa tratada como prioridade pelo governo Bolsonaro. O trabalho é feito em conjunto com o governador Ratinho Júnior, reunindo diversos órgãos estaduais e federais para coibir o contrabando e outros crimes típicos das regiões de divisa.

No campo da defesa da mulher e da infância, o Paraná também foi um dos primeiros estados a firmar acordos com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – chefiado, aliás, por outra paranaense: Damares Alves. Em agosto de 2019, na mesma ocasião em que a ministra recebeu o título de cidadã honorária por parte da Assembleia Legislativa, foram assinados dois convênios. Um deles, para otimizar a apuração de denúncias de violência contra a mulher recebidas por telefonemas anônimos; o outro diz respeito ao programa Criança Segura e estabelece a formação continuada para agentes públicos que atuam diretamente na prevenção aos crimes contra a infância.

No entanto, aos leitores que procuram novidades ainda mais recentes, convém destacar o anúncio feito pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que o Paraná ganhará quatro escolas cívico-militares em 2020. Refiro-me ao inovador projeto da gestão Bolsonaro que prevê a parceria da Secretaria de Educação com autoridades militares. Curitiba, Colombo, Foz do Iguaçu e Londrina foram as cidades contempladas com a iniciativa.

Essa breve amostra dos bons frutos que o governo Bolsonaro já trouxe ao Paraná permite-nos dizer, sem exageros, que, se o Paraná foi fundamental para a vitória de Bolsonaro, a sua gestão certamente entrará para a história como a mais importante das últimas décadas para o desenvolvimento social do nosso estado.

Filipe Barros é deputado federal (PSL-PR).

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